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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

UM NOVO LIVRO DE JOÃO CERQUEIRA


João Cerqueira Bio

João Cerqueira é doutorado em História da Arte pela Universidade do Porto. É autor de sete livros. A culpa é destas liberdades, A Tragédia de Fidel Castro (publicado nos EUA com o título The Tragedy of Fidel Castro), As reflexões do Diabo, Arte e literatura na guerra civil de Espanha, Maria Pia: rainha e mulher, José de Guimarães (publicado na China pelo Today Art Museum), José de Guimarães: Arte Pública.
 
O livro é publicado em Portugal pela editora Estação Imaginária e será publicado em Espanha pela editora Funambulista. Já recebeu duas propostas para publicação nos Estados Unidos.
 
 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Restos de "Abrindo Portas"

 
Um óculo numa casa da Serra d'Arga

                                                        A Argola para o cavalo

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

«Abrindo portas»*19.DEZ.2013 CARDEAL SARAIVA*Ao correr da pena e da mente... (74)* Opinião de Porfírio Pereira Silva

Opinião

19.DEZ.2013 CARDEAL SARAIVA

Ao correr da pena e da mente... (74)


 
 
 
"A diversidade e arte que os autores (artistas) nos revelam na sua execução, são facul­tadas ao leitor através da interessante e maravilhosa colecção de fotografias que o Reverendo Senhor Padre Artur Rodrigues Coutinho, pela sua cultura, espírito de in-
vestigação, desejo e preocupação de deixar, aos vindouros, o conhecimento da evolução das sociedades, do passado da história humana, para melhor se compreender e
construir o futuro"
 
 
 
 
 

 

 
■ Porfírio Pereira Silva

colaborador

Por sempre termos apreciado a acção intelec­tual, humanista e espiri­tual (poderá parecer re­dundância, mas fizemos questão de a “tridimen- sionar”) do nosso aparen­tado conterrâneo Artur Rodrigues Coutinho - pois, tal como nós, nas­ceu na milenar freguesia limiana de S. Simão da Junqueira de Mazarefes, aos sete dias de Janeiro de mil novecentos e qua­renta e sete cedo o ele­gemos como uma das re­ferências, eticamente fa­lando, na nossa vida. Ape­sar de já aqui, numa das nossas crônicas anterio­res, dele termos falado (o que nos isenta de repe­titivos decalques biográ­ficos), continuaremos a creditado como aquele que “sempre soube apro­veitar o contacto com o meio e as populações, auscultando-lhes as me­mórias e as vivências, traduzidas e/ou aliadas a um verdadeiro trabalho de campo, etapas indis­pensáveis ao conheci­mento histórico, etnográ­fico e antropológico, ten­do em conta que o con­ceito de etnografia está intimamente ligado à an­tropologia" - escrevemos na altura.

«Abrindo Portas», nu­ma edição esteticamente bem conseguida do Cen­tro de Estudos Regionais (CER), é mais um traba­lho (premeditadamente) seqüencial da assober­bada paixão do bom ami­go Artur Rodrigues Cou­tinho pela etnografia, etnologia e antropologia social ou cultural. Embo­ra saibamos das ligeiras diferenças de conteúdo, de objecto, do método e de orientações, estare­mos em dizer que, como um dia aventaria Claude Rivière, essas diferenças assentam muitas vezes e/ou apenas nas própri­as tradições. Se a etno­grafia corresponde a um trabalho descritivo de ob­servação e de escrita; a etnologia, “ao elaborar os materiais fornecidos pela etnografia, visa, após análise e interpretação, construir modelos e estu­dar as suas propriedades formais a um nível de sín­tese teórica, tornando possível pela análise com­parativa”; a antropologia acaba por se apresentar ainda mais generalizadora do que a etnologia. Tudo isto para concluirmos que as ligeiras diferenças de conteúdo se sintetizam numa única disciplina, o que nos leva à plena con­vicção (afirmativa) de que este trabalho de Artur Coutinho, lançado em cerimônia pública na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo (14.12.2013), é por as­sim dizer um abrir de por­tas - e fazendo nossas as palavras de Fabíola Silva, no prefácio - “aos curio­sos e dá as ferramentas básicas para que todos possam partir para a des­coberta da porta, desde objecto tão banal, mas que na realidade é tão essencial no nosso quo­tidiano”. A sintetização a que aludimos (ou consta­tamos) neste «Abrindo Portas», está bem paten­te na minuciosidade des­critiva empregue pelo au­tor, através de pormeno­res particulares (profusa­mente ilustrados) - e que por vivermos numa globalidade exasperada, os ignoramos ou desco­nhecemos - contidos no universal de uma porta: ferrolhos, batentes, al­dravas, puxadores, fecha­duras, chaves, dobradi­ças, trancas, protectores de cantarias, raspadeiras do calçado (vulgo “limpa- pés”), visores, gateiras, caixas de correio e argo­las para prisão de cava­los. Artur Coutinho é um antropólogo cultural e social atento, levando- nos a olhar as portas de uma forma diferente.

Neste magnífico tra­balho, Artur Coutinho fala-nos ainda d'A CASA:

ESPAÇO E FRONTEIRA (Capítulo I), sendo que esta, segundo o autor, “representa o nosso es­paço, onde nos sentimos a nós próprios com cons­ciência ou sem ela, com tranqüilidade, com sere­nidade, com segurança e a presença dos nossos que nos são muito queri­dos”; d’A PORTA NA BÍ­BLIA (Capítulo II), apre- sentando-se a mesma como um local singular e anunciador de algo que se passa dentro, qual alego­ria ao facto de que “uma porta é sempre uma por­ta para o bem ou para o mal" ou - citando o pró­prio autor - “o acto de abrir a porta deve ser um acto de escuta, de proxi­midade, de intimidade, mas muitas vezes, distra­ídos com as coisas do mundo a fechamos para ela não se abrir com faci­lidade às coisas de Deus”... Simplesmente sublime!

Para além da descri­ção das FERRAMENTAS E OUTROS ELEMENTOS, Artur Coutinho fala-nos ainda das portas da Sé Catedral de Viana do Cas­telo e da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, fe­chando com “um peque­no olhar sobre Viana”, onde faz um pequeno re­gisto fotográfico de por­tas da cidade; “Não se trata de um registo com­pleto, mas de um desafio para os que pretendam fazer um trabalho exaus­tivo sobre estas curiosi­dades da nossa terra. / Viana do Castelo tem muitas mais que estas, melhores e piores, mas tão diversificadas que podem encher os olhos e as mentes de todos aque­les que tenham espírito de observação" - cita­mos.

«Abrindo Portas», uma obra com nota má­xima!

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

“Abrindo Portas” edição do CER

 

“Abrindo Portas” é um livro singular que foi apresentado no dia 14 do corrente na Biblioteca Municipal da minha autoria a favor da obra da igreja. Uma boa prenda de Natal para o leitor oferecer aos seus amigos ajudando a obra da Igreja. Podem adquirir no cartório ou no Centro de Estudos Regionais (CER).


Eduardo Pereira, utente do Centro Social,  no dia da apresentação disse:
Meus Senhores e minhas senhoras, um bom dia a todos e muito obrigado pela v. presença!
Permitam-me antes de tudo o mais, começar por dizer que me sinto muito honrado por ter sido convidado para apresentar este livro intitulado "Abrindo Portas" da autoria do nosso querido e estimado pároco Artur Coutinho.
Confesso que de início e numa primeira impressão me surpreendeu o tema em si, sim, porque quem é que pensaria que esses objectos tão comuns e constantes no nosso quotidiano, como são as portas, dariam material suficiente para escrever um livro? Mas numa mais aprofundada reflexão concluí que sim, muito há que dizer sobre o tema.
 " Abrindo Portas" é um trabalho interessante não só pelo seu tema, como está muito bem elaborado e denota um trabalho exaustivo de pesquisa concebido ao longo de vários anos, útil e de agradável leitura, leva-nos a relectir um pouco mais além sobre o tema.
A verdade é que as portas são uma das mais antigas invenções humanas, elas tiveram e têm um papel importante no desenrolar da nossa história enquanto sociedades organizadas. evoluíram com o tempo, foram objecto de trabalho ciêntífico e artístico, encerraram segredos enquanto fechadas e permitiram descobri-los depois de abertas, estão na nossa cultura.
E têm uma existência não só física como até virtual ou cultural, como preferirem, levou com a porta no nariz, abriram-se-lhe as portas do conhecimento, "a porta da rua é a serventia da casa "ou até o é burro como uma porta, são exemplos de como as evocamos frequentemente"...
Em "Abrindo Portas" o pároco Artur Coutinho leva-nos pois, não só a conhecer vários tipos de porta existentes, muitos e variados dos seus componentes e acessórios, mas também nos leva numa viagem histórica, por várias zonas de Portugal e Galiza assim como outras partes do mundo, traduzida em mais de (200 fotos legendadas), onde poderemos observar como os materiais eram utilizados na construção das portas à medida que as técnicas evoluíam, assim como também as tendências artísticas e decorativas das mesmas ao longo dos tempos.
Ler este livro é pois como abrir uma porta para o tema e entrarmos num mundo em que rectângulos de madeira ou ferro se vão mostrando nessa sua tão vulgar mas necessária funcionalidade, abrir ou fechar para entrar ou sair, alguns mais antigos com as dobradiças rangentes, algo reumáticas, outras mais modernas e ligeiras, de cores e texturas diferentes, mas todas elas com a sua história, no fundo, a nossa própria história.
É pois mais um legado que nos deixa o padre Coutinho.
Assim que apelo-vos a que entrem por esta porta aberta, leiam este livro e seguramente enriquecerão a vossa casa espiritual e cultural, façam pois o favor de entrar.
Muito obrigado pela vossa atenção.... 



domingo, 28 de outubro de 2012

Livro: Armorial Vale do Café-Mais uma vez venho pedir a ajuda dos amigos para a divulgação de mais um trabalho de minha autoria. Desculpem se estou abusando da boa vontade de vocês. Promete não perturbar novamente tão cedo, mas sua colaboração e sua opinião me são valiosas

 
José Roberto Vasconcelos shared José Roberto Vasconcelos's photo.
Thursday

Livro: Armorial Vale do Café
Modelo de páginas seguido na obra: as páginas pares antecedem as que trazem as respectiva ilustração heráldica, conforme modelo acima.
Onde comprar / link direto:http://www.perse.com.br/novoprojetoperse/WF2_Boo
kDetails.aspx?filesFolder=N1342276476984  ou www.perse.com.br, clicar em Loja e, em seguida, no motor de busca, digitar “armorial”.
Dados técnicos: 48 ilustrações heráldicas (brasões de armas) coloridas – 135 págs – papel offeset 90gr – Brochura com orelhas – Miolo Colorido – Tamanho 17 x 24 cm.