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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A PASTORAL DE UMA PARÓQUIA... Hoje faria diferente

 Hoje faria diferente 
 
 


Em 1982 este esquema serviu de base ao estudo da pastoral desta

paróquia,

como podia ser para qualquer comunidade. No entanto foi com base

neste

esquema que o Concelho de Pastoral Paroquial trabalhou mais e

melhor... Foi

montado por mim, mas não gostei na altura muito dele, pois os círculos

podiam

dar a ideia de algo fechado o que não se queria, pois uma paróquia tem

de ser

aberta, mas de facto é uma célula da Igreja e deve fazer ondulação;  o

que a

ideia dos círculos também não prejudica o trabalho.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Conselhos Paroquiais da Pastoral

Conselhos Paroquiais da Pastoral


Esta estrutura sempre existiu nesta Paróquia desde 1967 com o nome de Senado.



Em 1978, D. Júlio Tavares Rebimbas aprovou os estatutos, modificados logo a seguir com D. Armindo Lopes Coelho. O segundo Bispo da Diocese também desejava e pediu que cada Paróquia da Diocese tivesse o seu Conselho Paroquial de Pastoral e o Conselho Económico regularizado.

Ora, pela experiência, verifico que o Conselho Paroquial de Pastoral se trata de um órgão alargado da Paróquia onde se encontram representados padres e leigos, representando ainda os movimentos e grupos activos e dinamizadores da Comunidade, incluindo os administrativos como o Conselho Económico.

Ali, nas reuniões, se discutem e se põem a claro problemas pastorais para que haja mais coesão na Paróquia, respeitando sempre os carismas de cada um, conhecendo as suas actividades, dias, horas e mês dos seus trabalhos para evitar colisão e darem as mãos porque todos trabalham no mesmo sentido. Distribuem-se tarefas e o Pároco toma conhecimento e intervém, quando necessário, para que todos reflictam sobre os seus trabalhos, os trabalhos dos outros e os trabalhos de um todo que é a Comunidade que está acima de tudo e de todos. Cada um e todos devem ter como centro da sua dinâmica a Igreja da Paróquia aberta às outras propostas vindas dos exteriores da Comunidade paroquial e diocesana, nacionais ou da Igreja Universal. Todos unidos ao pároco e o pároco unido aos leigos, em comunhão leal profunda, é que poderemos dar Vida à Alma da Paróquia, melhor, à célula da Igreja à qual pertencemos e que é parte integrante da Igreja de Jesus Cristo.

Quando há alguma divisão ou porque este fez igreja só com este padre e não com aquele, isso quer dizer que não fez igreja com ninguém. Aquele que só fez Igreja com este Bispo e não com aquele, não faz, na verdade, igreja nenhuma.

A Igreja não pode estar ligada a uma pessoa que não seja Jesus Cristo que é a sua cabeça.

Não é cristão, nem sabe o que é a religião por mais que diga que sabe muito da religião.

Ora de Religião ninguém sabe tudo porque a fé é um mistério e, se não fosse, também não seria religião. A religião vive-se em comunhão e nunca fora da comunhão.

Para uma Paróquia ser uma Comunidade de irmãos abertos aos outros em comunhão e vivência com Alma não poderá prescindir do C.P.P. e de todos os meios que na Comunidade realize onde pode ser manifesta a coesão, o testemunho da Vida que vem do Alto, de Cristo… que dá Alma, Espírito à Comunidade, à Igreja viva.

O Conselho paroquial de Pastoral não é só um órgão consultivo, mas serve para sugerir, unir, avaliar a pastoral da Comunidade e até aprovar as contas da gestão do património e dos bens materiais para serem, em cada ano apresentadas, ao Ordinário Diocesano.


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Arga de Cima - Caminha - Janeiro de 1978 - Primeiro Bispo de Viana

 
 
 
O Arcebispo-Bispo D. Júlio Tavares Rebimbas, em Janeiro de 1978, foi de Viana a Arga de Cima celebrar a missa Dominical, assim como celebrou mais 3 no mesmo Domingo, em Dem, Arga de S. João e Arga de Baixo, fazendo o trabalho normal do pároco da altura que era eu...
Em todas as paróquias foi bem recebido, isto é, com alegria bem manifesta por gestos e atitudes por ser o primeiro Arcebispo-Bispo de Viana. Aqui fica o  cenário das duas meninas que, em dia de chuva e frio, se encontravam sobre as ombreiras da entrada no adro para lançarem pétalas de flores à sua chegada...