sábado, 7 de setembro de 2013

Festa da Família,assim foi ontem. Grupo da associação de Reformados de Viana,cavaquinhos: um de Barcelos, outro do Porto, assim como a tuna Veteranos de Viana

Foi a Festa da Família ontem às 20h. Só lá estive  até às 8.50h em virtude de necessitar de ir repousar. Pelo que me contaram foi muito bom, actuaram para além das fotos dois grupos de cavaquinhos: um de Barcelos, outro do Porto, assim como a tuna Veteranos de Viana. 
 
Hoje continua com a Procissão de Velas
 
 




 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 


 

 

 


 

 

 

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 


 



 

 

 

 

 

 

 


















 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 


 


 

 

 

 

 

 

 



 

 


 

 


 

 


 

 

 

 

 


 

 

 



 



 

 


 



 

 

 

 

 

 

 

 

 


 


 


 


 


 

 

 

 


 

 


 


 

 

 


 


 



 



 

 


 


 

 


 



 

 

 

 


 


 


 


 

 


 


 

 


 


 


 

 

 


 

 

 


 

 

 


 

 

 


 

 

 


 

 

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

 

 

 

 


 


 


 


 

 

 

 

 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 


 

 

 


 


 



 

 


 



 

 

 

 

 


 

 



 

 


 


 



sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Por que o Papa não dá a comunhão?


Por que o Papa não dá a comunhão?

Desde quando era arcebispo de Buenos Aires, Francisco age diferente: deixa essa tarefa para outros ministros. Não são poucas as pessoas que lhe perguntam os motivos...
21.08.2013
Dom Redovino Rizzardo


Não sei se todos sabem que, na Igreja Católica, existe uma norma para a distribuição da Eucaristia durante a missa: quando o bispo, os padres e os diáconos estão presentes, quem dá a comunhão ao povo são eles, não os ministros extraordinários. Só ficam isentos quando idosos, doentes e fatigados. Contudo, desde quando era arcebispo de Buenos Aires, o Papa Francisco age diferente: deixa essa tarefa para outros ministros. Não são poucas as pessoas que lhe perguntam os motivos... A resposta está em seu livro “Sobre o Céu e a Terra”.
 «Davi foi adultero e autor intelectual de um assassinato. Apesar disso, nós o veneramos como santo porque teve coragem de reconhecer o seu pecado. Humilhou-se perante Deus. As pessoas podem fazer grandes bobagens, mas, também, podem se arrepender, mudar de vida e reparar o que fizeram. Entre os fiéis, há alguns que matam não só intelectualmente ou fisicamente, mas também indiretamente, pelo mau uso do dinheiro, pagando salários injustos. Talvez façam parte de sociedades beneficentes, mas não pagam a seus funcionários o que lhes é devido, ou os contratam “por fora”.
Conhecemos o currículo de alguns deles; passam por católicos, mas têm atitudes imorais, das quais não se arrependem. É por isso que, em certas situações, eu não dou a comunhão. Fico sentado, e os assistentes a distribuem. Não quero que essas pessoas se aproximem de mim para fazer fotografias. De per si, seria possível negar a comunhão a um pecador público que não se arrepende, mas é muito difícil comprovar essas coisas. Receber a comunhão significa receber o corpo do Senhor, com a consciência de que formamos uma comunidade. Mas, se alguém, ao invés de unir o povo de Deus, ceifa a vida dos irmãos, não pode comungar: seria uma contradição total.
Tais casos de hipocrisia espiritual acontecem com muitas pessoas que se abrigam na Igreja e não vivem segundo a justiça que Deus quer. Não demonstram nenhum arrependimento. Vulgarmente dizemos que levam uma vida dupla». Quem ajudou o Cardeal Jorge Bergoglio e agora Papa Francisco a tomar e a manter essa atitude foi a foto que, em 1987, circulou pelo mundo, revelando que o Papa João Paulo II, em sua visita ao Chile, dera a comunhão ao ditador Augusto Pinochet...
Mas, como ele próprio se pergunta, pode-se recusar a hóstia a uma pessoa que se aproxima para comungar? E caso se possa, convém fazê-lo? Em tempos não muito remotos, havia padres que, com muita facilidade, a negavam não apenas a bêbados, maltrapilhos e doidos, mas também a “pecadores públicos” e a mulheres com trajes inadequados.
Na prática, quem é que poderia ou deveria receber a comunhão? De per si, a resposta é simples: quem adere à fé da Igreja Católica; quem assume a sua doutrina; quem se esforça por viver o Evangelho, inclusive nas páginas que lhe parecem difíceis. Assim sendo, se o amasiado não pode comungar, poderá fazê-lo o adúltero, o ladrão, o corrupto? Poderá, se ele se arrepender de seus pecados e perseverar num processo de conversão. Caso contrário, receber a hóstia nada significa. Pior ainda: faz mais mal do que bem.
Para São Paulo, só entra em comunhão com o corpo e sangue de Cristo quem assume o compromisso de construir a comunhão com os irmãos: «Pelas divisões que há entre vós, vossas celebrações trazem mais prejuízos do que benefícios. De fato, quando vos reunis, não participais da Ceia do Senhor, porque a vossa preocupação é consumir a própria ceia. E, enquanto um passa fome, o outro se embriaga. Cada um examine a si mesmo antes de comer deste pão e beber deste cálice. Quem come e bebe sem discernir o Corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação. Eis por que entre vós há tantos fracos, tantos doentes e tantos mortos!» (1Cor 11, 17-18.20-21.28-30).
“Fracos, doentes e mortos”, apesar de comungarem seguidamente. É o pecado de alguns cristãos de Corinto e de hoje: muitas “comunhões” e pouca comunhão! Não é suficiente receber a hóstia para estar com Jesus: é preciso acolhê-lo também no irmão. A fé é unitária: não pode ser assumida em parcelas ou prestações...

O patriarca católico de Antioquia, com sede em Damasco, Gregorio III Laham, mostrou-se contrário a uma intervenção militar e se uniu ao apelo do Papa Francisco: "Não mais guerra!".

O patriarca católico de Antioquia, com sede em Damasco, Gregorio III Laham, mostrou-se contrário a uma intervenção militar e se uniu ao apelo do Papa Francisco: "Não mais guerra!".

Em uma interessante entrevista publicada por Paginadigital.es, o patriarca explica que "a Europa poderia fazer mais para resolver os problemas da Palestina, ao invés de criar mais desconcerto na Síria. Nós, os sírios, já somos vítimas, e o país já é um inferno, sem necessidade de uma intervenção para piorar mais a situação".

Na entrevista, Gregorio III Laham manifesta sua preocupação pelo que possa ocorrer se levarem a cabo os planos de Obama: "Haverá ainda mais vítimas e teremos uma guerra regional que envolverá o Líbano, onde já há milhões de refugiados sírios".

E acrescenta: "Todo o Oriente Médio está em chamas, está se transformando em um inferno".

Muito crítico diante da intervenção dos EUA, o patriarca católico convida Obama a "ficar em sua casa"; e mostra que, "se o Ocidente e os demais países estrangeiros deixarem de interferir nas nossas questões internas, a situação voltará a melhorar. Na Síria, cristãos e muçulmanos, xiitas e sunitas, viveram pacificamente durante mais de 1.400 anos".

Para Gregório III Laham, grande parte da culpa do que ocorre agora na Síria é de países como o Reino Unido, a França e a Bélgica, que "financiam grupos armados presentes no nosso país, enquanto bastaria com que as potências estrangeiras deixassem de dividir o povo sírio".

"O verdadeiro problema são os financiamentos que não se dirigem à oposição política, mas a bandidos e criminosos do mundo inteiro e que chegam à Síria para fazer a guerra", comenta.

A Conferência de Genebra 2 é a solução defendida pelo patriarca, que explica: "O governo sírio sempre esteve disposto a dialogar e a participar da Conferência de Genebra".

"O motivo pelo qual as negociações não ocorreram é a falta de uma oposição unida e com um programa claro. Os grupos armados tiveram prioridade sobre qualquer outra forma de dissidência, e assinar um acordo de paz com Al Qaeda seria impossível para qualquer governo", explica.

Finalmente, a iniciativa do Papa Francisco de um dia de jejum e oração foi qualificada por ele como "magnífica". O patriarca comentou que "o meu patriarcado está preparando uma carta aos fiéis greco-católicos do mundo inteiro para pedir-lhes que participem da oração e do jejum organizados pelo Papa Francisco".

"Todas as igrejas sírias são convidadas a unir seus esforços e a acolher os fiéis, das 19h à meia-noite, para permitir-lhes rezar e cantar pela paz", concluiu.