quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O que as famílias podem fazer para evitar suicídios?

O que as famílias podem fazer para evitar suicídios?

Algumas atitudes concretas que os pais podem adotar com relação aos filhos

                                                                                                                                             © martinak15
Os crescentes casos de suicídio entre adolescentes aumentaram a preocupação da sociedade. No Chile, por exemplo, no último feriado prolongado, houve 5 casos. É por isso que o bispo auxiliar de Santiago del Estero, Dom Ariel Torrado Mosconi, fez algumas recomendações aos pais de família.

“Os pais, no interior da família, precisam colocar limites nos seus filhos, ainda que devam tolerar as ‘birras’ dos seus filhosadolescentes e suas reclamações de ‘por que não posso fazer isso?’, ‘todo mundo faz’ – o que é melhor do que chorar pelas consequências de tantos acidentes e mortes absurdas”, manifestou o prelado.

“Os pais demonstram seu carinho aos filhos também dizendo ‘não’ a alguns dos seus pedidos. Que Deus esteja presente nos lares por meio da oração cotidiana em família, da valorização das realidades espirituais e da paz no lar. É preciso procurar os valores transcendentes que dão sentido ao sacrifício e ao sofrimento, em prol de um ideal”, acrescentou.

O bispo também fez uma análise da situação particular pela qual a província de Santiago del Estero passa, com relação a tantas mortes de adolescentes.

“Os jovens e adolescentes são a parte mais preciosa de um povo e precisam ser uma das principais preocupações de todos os que têm alguma responsabilidade em sua formação. Por isso, o lamentável crescimento de casos de suicídio entre os jovens precisa interpelar toda a sociedade”, disse.

“As adições, a solidão, o sofrimento e o desespero costumam levar os jovens à falta de sentido na vida. Somente um olhar transcendente é capaz de encontrar um sentido mesmo em meio às graves dificuldades da vida”, refletiu.

O bispo acrescentou: “Infelizmente, são muitos os jovens que crescem sem consciência da presença de Deus e sem religião. Sem esperança, sem uma adequada contenção familiar, sem verdadeiros amigos, sem formação na fé, sem a possibilidade de estudar ou trabalhar”.

“São muitos os que ficam marginalizados da sociedade e são tratados como ‘sobra’. Querem fugir da sua situação por meio da alienação das adições ou de excessos nocivos de todo tipo e, infelizmente, chegam às vezes ao extremo do suicídio.”

Sobre a causa destas mortes provocadas, o bispo mencionou a “El Liberal” a “crise pela qual a família passa hoje em dia; muitos sofrem de profundas carências afetivas, conflitos emocionais, e crescem sem uma referência aos valores. A crise que leva ao suicídio muitas vezes tem uma causa espiritual: o vazio existencial da falta de experiência do amor gratuito de Deus e da família”.

(Artigo publicado originalmente por AICA)
 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Escândalo Farisaico ?


 Escândalo Farisaico ?
 
 
 
É sempre de lamentar a existência de “Posturas Fasisaicas” principalmente quando estas ocorrem dentro do próprio clero e em pleno séc. XXI. Será que estas atitudes são apenas para tranquilizar a sua consciência pela falta de partilha a favor da obra?  Só os fariseus se escandalizam com a cobertura de cobre da Igreja da Sagrada Família quando desconhecem todo o contexto do projecto, o custo do mesmo, bem como o custo da alteração do projecto para a sua não colocação. Invocar o custo da “cobertura em cobre” como factor das inúmeras dificuldades de tesouraria que a Paróquia de Nª Srª de Fátima passa denota pura ignorância ou má fé perante uma obra que foi tão desejada e é motivo de orgulho para a maioria dos paroquianos.
Infelizmente os “erros e omissões” do projecto, os “trabalhos imprevistos”, as “dificuldades financeiras” decorrentes do agravamento da crise que afectou os contributos para a obra dos nossos doadores foram os ingredientes que arrastaram a paróquia para uma situação difícil que não era expectavel nem desejada, principalmente quando a “... porcissão ainda ía no adro...”. No entanto, apesar das dificuldades temos fé que com a ajuda de todos possamos ultrapassar esta fase com dignidade e respeito para com todos aqueles que confiaram em nós. Acreditamos na generosidade e na compreensão de todos os que não são fariseus, principalmente das crianças que desfrutam deste espaço simples mas confortável, leve, calmo, acolhedor e convidativo à oração.
Sou um homem de fé pelo que rezo para que o bom senso impere. Acredito  que o tempo nos há-de dar razão, pois o sentimento dos paroquianos é que esta igreja já devia ter sido construída há muitos anos, e “Fariseus” já existiam no tempo de Cristo...

Armando Sobreiro

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Iraque: Cáritas manifesta solidariedade à população e apela ao fim das «atrocidades»

Iraque: Cáritas manifesta solidariedade à população e apela ao fim das «atrocidades»

Agência Ecclesia
 
Caritas.org
Caritas.org

 

 

 

 

 

 

 

Cardeal Oscar Rodríguez Maradiaga condena violência dos extremistas

Lisboa, 21 ago 2014 (Ecclesia) – O presidente da confederação internacional da Cáritas, cardeal Oscar Rodríguez Maradiaga, apelou ao fim das “atrocidades” no Iraque e condenou a ação dos extremistas dos jihadistas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS).
“Os extremistas que se chama a si próprios de Estado Islâmico devem parar de infligir atrocidades aos seus irmãos e irmãs. Todas as partes do conflito devem trabalhar para construir uma sociedade pacífica, em que todas as pessoas possam viver em paz”, refere o responsável numa carta aberta ao patriarca de Babilónia dos Caldeus, D. Louis Raphael I Sako, e ao bispo Shlemon Warduni, presidente da Cáritas do Iraque.
“Como podem os membros de uma mesma família infligir tais atrocidades ao seu próprio povo em nome da religião?”, questiona o cardeal Maradiaga.
A missiva, divulgada hoje, manifesta “profunda tristeza” pela “violência destruidora” que atinge o Médio Oriente e, em particular, o Iraque.
“Assistimos com o coração entristecido ao deslocamento em massa de mais de 1,2 milhões de pessoas, que fugiram do horror na esperança de salvar a própria vida e as dos seus familiares”, frisou cardeal hondurenho.
D. Oscar Rodríguez Maradiaga cita o Papa Francisco para afirmar que “não se vence a violência com violência”.
A ‘Caritas Internationalis’ convida à construção de “uma única família humana na qual ninguém tenha de morrer de fome ou de sede nem perder a vida por causa do ódio e da violência”.
“Trabalhemos pela causa de uma única família humana que viva em paz e harmonia, na caridade e na justiça”,conclui o cardeal.
OC

Paquistão: Relatório sobre Liberdade Religiosa regista aumento da violência contra cristãos

Paquistão: Relatório sobre Liberdade Religiosa regista aumento da violência contra cristãos

Agência Ecclesia
 
AsiaNews
AsiaNews

Num ano o balanço no país passou de 7 para 128 mortos

Lisboa, 22 ago 2014 (Ecclesia) – No Paquistão morreram mais de 120 cristãos em 2013 vítimas de violência religiosa, de acordo com o relatório anual da Comissão dos Estados Unidos da América sobre a Liberdade Religiosa Internacional.
“Enquanto o governo não tomar medidas contra os autores da violência religiosa, protegendo os mais vulneráveis, a situação continuará a deteriorar-se”, assinala o organismo num comunicado veiculado pela Fundação Ajuda a Igreja que Sofre..
A AIS analisou o relatório que explica que “a violência contra as comunidades cristãs aumentou substancialmente nos últimos meses”.
“Sete cristãos foram mortos em ataques entre junho 2012 e junho de 2013, enquanto nos últimos 12 meses foram já 128 mortes”, acrescenta a AIS.
A Fundação ligada à Santa Sé adianta que o grupo religioso “mais visado” no Paquistão são os muçulmanos xiitas: “Mais de 220 xiitas foram assassinados nos últimos 12 meses, em atentados, tiroteios e ataques direcionados contra a comunidade”.
O relatório da comissão norte-americana sobre Liberdade Religiosa Internacional destaca que o grupo extremista islâmico TTP Jundullah, com ligações aos talibãs afegãos, foi o responsável pelo ataque mais mortífero contra os cristãos na história do Paquistão, que vitimou 119 pessoas.
No atentado, os militantes suicidas do TTP Jundullah detonaram duas bombas na Igreja de Todos os Santos, em Peshawar, em setembro de 2013.
“O Paquistão é considerado como um dos dez países no mundo onde a comunidade cristã é mais violentamente perseguida, registando-se um elevado grau de impunidade com os autores dessa violência”, observa ainda a AIS. 
AIS/CB/JCP

domingo, 17 de agosto de 2014

CONCLUSÕES DAS JORNADAS DO IDOSO


CONCLUSÕES DAS JORNADAS DO IDOSO

3 a 8 de Maio de 1993 – Viana do Castelo

 


 
Durante seis dias, na cidade de Viana do Castelo, através da Direcção do Centro Social e Paroquial de N.ª Sr.ª de Fátima e com colaboração da Direcção Geral da Família, Centro Regional de Segurança Social e Administração Regional de Saúde, foi possível criar espaços e tempos de reflexão sobre a problemática da pessoa idosa. Estas jornadas que estão integradas no Ano Europeu do Idoso e Solidariedade entre Gerações, tinham como objectivos:

 

·       Sensibilizar e Formar para a problemática do idoso.

·       Identificar as necessidades de respostas novas.

·       Aceitar e superar as realidades.

 

A temática foi amplamente desenvolvida pelos diversos conferencistas ( João Tavares, Valdemar Valongueiro, Manuel Afonso, Rui Teixeira, Laura Margarido, Lopes Cardoso, Jorge Cunha, Anselmo Sousa, etc...

Podemos dizer que os objectivos foram plenamente alcançados, os quais se consubstanciaram também pela grande afluência diária de público, pela qualidade das intervenções e pela oportunidade e vivacidade dos debates que se lhes seguiram, tendo sido notório a presença de elevado número de jovens.

Em jeito de balanço, a Comissão Executiva elaborou as principais conclusões que na sessão de encerramento apresentou de forma telegráfica, de modo a serem de fácil e rápida memorização e servirem também como pontos de referência e de reflexão e que passamos a transcrever:

 

·       A População do Distrito de Viana do Castelo continuou a envelhecer durante a década de oitenta a um ritmo superior ao do País, apresentando uma percentagem de população idosa superior à média nacional. Os  responsáveis locais e nacionais deverão ter em conta esta realidade, aquando da programação e dotação de meios para fazer face à problemática deste grupo etário.

·       Deverá ser efectuado, a nível de cada freguesia, um levantamento das necessidades da população idosa.

·       O apoio à pessoa idosa deverá ser articulado entre as várias instituições e equipamentos sociais existentes. Tais como outros grupos etários, os idosos têm especificidades próprias, não devendo ser vistas como um grupo improdutivo e marginal em « fim-de-linha ».

·       A pessoa idosa é a consequência natural do envelhecimento biológico e do facto de estar na vida, podendo por isso ter algumas limitações físicas, psíquicas e sociais que obrigam a uma atenção própria e a uma intervenção adequada.

·       Os lares, centros de dia e outras instituições são necessárias como opção de escolha do Idoso, e nunca como forma de rejeição ou comodidade familiar. Estes e outros equipamentos afins, são ainda insuficientes para as necessidades do Distrito.

·       As Instituições Particulares de Solidariedade Social, embora apoiadas através de acordos de cooperação, pela sua importância social, carecem de apoios, nomeadamente a isenção do I.V.A.

·       A Família deve ser a referência social do idoso, mesmo quando internado em lar.

·       As Famílias de Acolhimento são um recurso a explorar.

·       Deve ser recuperado e incentivado, na medida do possível, o modelo da família tradicional em que seja possível o encontro de gerações, a troca de saber, experiências, usos e costumes e, na qual o idoso se sinta útil e amado

·       São necessárias políticas de incentivo e apoio à habitação, que permita tornar possível o encontro de gerações.

·       Os mais novos devem crescer num ambiente em que o encontro de gerações contribua para estruturar uma postura de aceitação, compreensão e respeito pela pessoa idosa.

·       É necessário estar disponível, saber ouvir e compreender as especificidades da pessoa idosa.

·       A velhice prepara-se na juventude e deve ser encarada com naturalidade.

·       A marginalização, o desenraizamento e o isolamento social do idoso devem ser prevenidos e contrariados.

·       Devem ser estimulados os contactos interpessoais da pessoa idosa, incentivando-se as «redes de solidariedade informais».

·       A pessoa idosa deve sentir-se socialmente activa, na medida das suas possibilidades físicas, capacidades intelectuais e necessidades sociais.

·       Deve ser incentivada e salvaguardada a mobilidade do idoso através da adaptação da habitação, dos equipamentos sociais e dos transportes às necessidades e especificidades da pessoa idosa, tendo as autarquias uma particular responsabilidade nesta matéria.

·       A sensibilidade para a problemática do idoso deve iniciar-se ao nível da formação de formadores, bem como, incentivar e facilitar a formação dos trabalhadores voluntários e assalariados com os idosos.

·       As políticas de reforma devem prever a possibilidade do reformado não ter um corte abrupto com o seu trabalho, aplicando-se o princípio de que « se deve trabalhar enquanto se pode e se quer », sendo desumano paralisar as pessoas por força da lei.

·       A alimentação do idoso deve ser semelhante à da população em geral, variada e quantitativamente ajustada à sua actividade física e ao seu estado de saúde.

·       O nível civilizacional de uma sociedade mede-se pela atenção que esta dá aos mais indefesos e desfavorecidos, em especial, crianças e idosos.

·       Não compete aos Estados resolver todos os problemas do idoso. À sociedade em geral e em particular às Organizações Não Governamentais cabe um papel fundamental na resolução dos problemas do idoso num espírito de subsidiariedade.

 

 

 

                                             P’la Comissão Executiva

 

 

                                                   (Dr. Manuel Gomes Afonso) 

 

 

 

 

Centro Social Paroquial em actividade ( arquivo)

 
 
 
FOTOS DE ARQUIVO
 
 
 
 
 
 







 

Papa beatifica 124 mártires coreanos e faz reflexão sobre o sentido do sacrifício

Papa beatifica 124 mártires coreanos e faz reflexão sobre o sentido do sacrifício

O catolicismo foi introduzido na Coreia do Sul por laicos letrados, iniciados nesta nova "sabedoria" por jesuítas vindos da vizinha China

Aleteia
Agências de Notícias
 
Palavras do Papa Francisco em missa de beatificação na Coreia do Sul
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O Papa Francisco beatificou neste sábado, em Seul, 124 mártires sul-coreanos, na presença de milhares de fiéis reunidos na Porta de Gwanghwamun, aos quais perguntou sobre o sentido do sacrifício em um mundo confrontado entre a abundância material e uma enorme pobreza.

Primeiro Papa a visitar a Ásia desde 1999, Francisco chegou à Porta de Gwanghwamun em um pequeno carro conversível da Kia fabricado especialmente para a ocasião.

Pontes, ruas e estações de metrô próximos à praça foram fechadas, e atiradores de elite foram posicionados nos telhados para garantir a segurança do Papa e dos fiéis.

Ao celebrar a missa em memória dos primeiros cristãos do país, Francisco refez sua advertência da véspera contra a sociedade de consumo, responsável por uma "desesperança" que induz ao consumo de drogas e ao suicídio, e voltou a proferir a fé e o sacrifício de Jesus como um caminho de salvação diante da deterioração dos valores humanos.

"Os mártires nos chamam a recolocar Jesus acima de tudo e a ver tudo neste mundo relacionado com Ele e seu reino eterno. Isto nos leva à pergunta se há alguma coisa pela qual estaríamos dispostos a dar nossas vidas", destacou o Papa no terceiro dia de sua visita ao "país da manhã tranquila".

O exemplo dos mártires coreanos, que aceitavam "a igual dignidade de todos os batizados" e privilegiavam "uma forma de vida fraternal que desafiava às estruturas sociais rígidas de sua época", tem muito a dizer "em uma sociedade onde ao lado de imensas riquezas se desenvolve a mais abjeta pobreza, onde raramente o grito dos pobres é ouvido".

O catolicismo foi introduzido na Coreia do Sul por laicos letrados, iniciados nesta nova "sabedoria" por jesuítas vindos da vizinha China e por missionários europeus.

A vocação dos leigos na Igreja

"Esta história nos fala da importância, da dignidade e da beleza da vocação dos leigos na Igreja", disse Francisco, que beatificou Paulo Yun Ji-Chung e outros 123 mártires, executados a partir do final do século XVIII.

Paulo foi martirizado com um primo por tentar realizar um funeral católico para sua mãe, ignorando os rituais do confucionismo.

Todos os novos beatos eram laicos, com exceção de um padre, James Mun-mo, que veio da China.

O Papa argentino, de 77 anos, iniciou o dia batizando na nunciatura de Seul - onde está hospedado - o pai de um menino vítima do naufrágio do ferry Sewol, ocorrido em abril passado. Um gesto altamente simbólico em um país onde apenas cerca de 100 mil pessoas são batizadas a cada ano.

Na sexta-feira, Francisco evocou outro capítulo doloroso da história contemporânea da Coreia, com a divisão da península após a guerra de 1953.

A Coreia do Norte não permitiu aos católicos atravessar a fronteira para ver o Papa, que pediu aos coreanos dos dois lados que se considerem como "uma só família".

A esperança, disse Francisco, reside sobre tudo na língua comum, que permite aspirar a uma reunificação "sem vencedores nem vencidos".

Uma Igreja influente

Divididos por diocese, centenas de milhares de homens e mulheres esperaram pacientemente o sob um calor sufocante desde as primeiras horas da manhã. Em uma grande meditação, e segundo uma disciplina sul-coreana, eles repetiram cânticos em latim, rezaram, ouviram músicas de piano.

Os mais de cinco milhões de católicos sul-coreanos representam 10,7% da população, mas são muitos entre a elite política e econômica e sua influência vai muito além de seu peso demográfico.

"Eu sou um budista, mas acredito que o Papa pode nos ajudar", declarou Choi Keum-Bok, cujo filho morreu no naufrágio da balsa em abril, e que veio participar da missa de beatificação.

Depois da missa, Francisco seguiu para Kkottongnae, a cerca de 100 km de Seul para visitar um centro de pastoral e social da Igreja que acolhe crianças e adultos com deficiência, comunidades religiosas e leigos engajados.

Nesta ocasião, ele fez um forte gesto simbólico para protestar contra o aborto ao parar, na presença de militantes "pró-vida", diante de uma grande praça na qual cerca de mil cruzes brancas foram plantadas para lembrar as inúmeras gravidezes encerradas.

(AFP)