sábado, 30 de maio de 2015

Quando minha esposa teve Alzheimer, descobri o melhor do meu casamento

Quando minha esposa teve Alzheimer, descobri o melhor do meu casamento



Chegou um momento em que ela não sabia quem era eu, mas o importante era que eu sabia quem era ela

Chegou um momento em que ela não sabia quem era eu, mas o importante era que eu sabia quem era ela

 
 
29.05.2015
WEB Elderly CoupleMichael Brant CC
Foram mais de 50 anos juntos, considero-me afortunado e me lembrarei dela enquanto eu viver. Entre muitas coisas, sentirei falta das suas exigências para que eu fosse uma pessoa melhor, pois ela sempre teve expectativas muito superiores às que eu tinha sobre mim mesmo. Isso sem falar do seu esforço pela sua própria superação.

Estas exigências já me fizeram reclamar muito, mas hoje sinto falta delas, preciso delas.

Meus filhos sentem pena de mim e me visitam frequentemente, passam fins de semana comigo ou eu passo na casa deles. Às vezes, eu os pego olhando-me com ternura e posso adivinhar seus pensamentos: “Pobre papai! Vai sentir muita falta dela!”.

Já os ouvi recebendo condolências dos seus amigos, em diálogos com benevolentes comentários sobre o que eles consideravam como uma descrição belíssima do nosso amor: quanto tempo estivemos juntos; como parecíamos felizes convivendo; como nos comunicávamos bem; como compartilhávamos interesses e tantas outras coisas.

Sim, todos esses comentários refletem uma realidade, mas só uma parte dela. Não a mais profunda e total realidade do nosso amor, que estava muito acima de tudo isso. Descobri isso no final do caminho, no processo da sua doença.

Minha esposa sofreu de Alzheimer. Chegou um momento em que ela não sabia quem era eu, mas o importante era que eu sabia quem era ela. Tive o dom de poder ver sua parte angelical por trás do seu rosto inexpressivo.

Assim, podia evocar seu intenso sorriso, a agudeza das suas intuições ao me compreender e atender, suas broncas amorosas, sua alegria de viver, sua exigência por sermos melhores.

Ela era como uma pequena ave nas minhas mãos; não podia me oferecer uma companhia dialogante, nem ajuda nas circunstâncias da minha vida. Muito alheia às suas possibilidades, restava a menor das minhas necessidades, que ela costumava atender assim que a percebia enquanto tinha pleno uso de suas faculdades. Esta nova fase era, para mim, a oportunidade de fazer o sacrifício por amor, de ser abnegado.

Eu a atendia pessoalmente da melhor maneira possível, e todo o meu ser era para ela. Todo o meu ser para ela! Foi assim que pude compreender uma dimensão do amor conjugal que sempre havia estado presente e que ela com certeza já conhecia. Uma dimensão que iluminava com raios de sol nossa relação, tornando-a mais íntima que nunca. Uma dimensão na qual havíamos construído e reconstruído nosso amor cada dia.

Assim, todas as manhãs, eu enfeitava o quarto com os crisântemos de que ela tanto gostava, lia poemas de amor compostos por mim, cantava para ela, fazia cafuné, dançava e lhe contava histórias. Com lições bem aprendidas, eu a amava com um amor que me fazia ser melhor, até o último instante, em que Deus a levou.

Entendo que os casais jovens conhecem pouco do amor nesta dimensão. Esta é uma disciplina que terão de cursar, pois o casamento é uma relação de perfeição recíproca dos cônjuges em todos os âmbitos da vida, do mundo cotidiano ao mundo da intimidade mais estrita.

É assim que vai se dando o desvelamento da realidade pessoal de cada um, um desvelamento que permite a correção dos defeitos e o desenvolvimento das virtudes, contando com a ajuda e o apoio amoroso do cônjuge.

Por isso, são um bem um para o outro.

Minhas foi e será o maior bem da minha vida, vindo das mãos de Deus, e sou imensamente grato por isso.
Aleteia

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Dar Alma à Vida XL


                Dar Alma à Vida XL

 
É pôr sal na comida para que tenha sabor, é colocar uma candeia sobre o alqueire para que se possa ver, é dar vista aos cegos, pôr os coxos a andar, liberdade aos oprimidos, dar saúde aos doentes, fazer oração, abrir portas aos frágeis, saber perdoar, saber ser humilde e pobre, para não humilhar.

 
Não se dá Alma à Vida quando na nossa vida os pobres não nos dizem nada e andam longe do nosso coração.

Dar Alma à Vida é dar Vida aos pobres e não humilhá-los e roubar-lhes até a sua dignidade do pouco que podem ter.

 
O Pobre deve ser o objetivo de quem pode e tem mais, mas, às vezes, são mais generosos os pobres a partilharem uns com os outros do que a quem nunca lhes falta nada sobre a mesa.

Dar Alma à Vida é procurar Deus no pobre e no rico, por toda a parte, aí pode encontrar esta Alma que vivifica.

Dizia S. Vicente de Paulo que “não sei quem é mais carente: se o pobre que pede pão ou o rico que pede amor.”

Dar Alma à Vida é dar a quem precisa comida material e espiritual com Amor.
 

Dar Alma à Vida é darmo-nos a quem precisa porque, deste modo, abrimos as portas de Deus.

Dar Alma à Vida é dar a quem precisa, de modo especial aos mais pequeninos, porque neles está Deus e, por isso, seremos recompensados e as portas do Céu se abrirão.

Bem-aventurados os pobres de espírito porque deles é o Reino de Deus.

 
Isto é dar Alma à Vida, é celebrar a páscoa, o ressuscitado, quando a nossa Vida está envolvida, não só na verticalidade, como na horizontalidade, desde que una a Terra com o Céu e cada um de nós à Humanidade celebrando com a Alma, uns e outros, a VIDA.

                                                                                                                                                                                     P.C.




Dar Alma à Vida XXXIX


Dar Alma à Vida XXXIX

A vida sem Alma não é Vida, melhor, é vida irracional, inconsciente, superficial, pode ser maldade, obscuridade, rastejante, sem projeto, sem sentido… é terra!...
A Alma dá à Vida o Espírito que esta precisa para espelhar a Verdade, o Caminho, a Luz que interpela e que leva a andar em frente com a coragem de quem Ama até ao fim!


Dar Alma à Vida é dar-lhe serenidade, paciência, coragem, tolerância, fortaleza, alegria, esperança, bondade, misericórdia, proximidade no âmbito do que representa um triângulo equilátero nos seus três vértices com o Pai, o Filho e o Espírito Santo, isto é, a Trindade de Deus, numa só pessoa distinta, única e verdadeira.


Dar Alma à Vida é dar-lhe o Corpo onde se sustém até ao definhar a materialidade do mesmo e a Alma enlevar-se na Glória do Senhor da Vida.

 
Dar Alma à Vida é, dia a dia, dar-lhe um Espírito Novo, o que só acontece quando abrimos o coração ao Espírito de Deus e nos deixamos enlevar por aquele de quem tudo na Vida, nos é dado viver, a ânsia de uma felicidade que um dia será saciada plenamente por quem nos chamou e consentiu viver e lutar pela perfeição, pela Felicidade.  

                                                                                                                              P.C.

É correto ir à missa quando estamos brigados com alguém?

É correto ir à missa quando estamos brigados com alguém?

 Seria preciso confessar-se também por ter recebido a Eucaristia nestas condições?

Seria preciso confessar-se também por ter recebido a Eucaristia nestas condições?

 
Toscana Oggi
 
27.05.2015
Messa eucaristia celebrazione liturgia lite fratello riconciliazione© Flickr/Anant Nath Sharma/Creative Commons
Pergunta

Muitas pessoas se confessam de não ter ido à missa por impossibilidade. Pessoalmente, acho mais grave ir à missa, inclusive em dias festivos, sabendo que se odeia alguém, a quem se nega inclusive a saudação, a quem se evita e com quem não se fala. Porque não vamos à missa só fisicamente, mas com fé sincera. Então, não é importante confessar-se e arrepender-se de ter ido à missa nestas condições?

Resposta (Pe. Valerio Mauro, professor de teologia sacramental)

A frase com a qual o leitor termina sua pergunta é digna de ser destacada. Certamente, nem todos vivem sua fé por convenção ou costume. No âmbito da fé cristã, existem também os chamados “bons costumes”. Não podemos desprezá-los.

Muitas vezes nascem de uma educação recebida na infância, mas assumida pessoalmente como uma atitude convicta diante do Senhor e do que Ele nos pede sobre viver a fé na comunidade eclesial. Em resumo, ir à missa não é um privilégio exclusivo dos “puros”, que “não pecam”.

Eu gostaria de acrescentar, no entanto, que é muito importante em tudo isso a consciência da dimensão comunitária da nossa fé. Mesmo vivida por cada um de nós de maneira pessoal, somos chamados a pronunciar juntos nosso “credo” e a viver em uma real comunhão de fé, esperança e amor.

A pergunta concreta do leitor toca vários âmbitos do comportamento cristão: aspectos de teologia sacramental e moral, comportamentos com relação a Deus e ao próximo.

Uma primeira resposta, muito simples, que parece óbvia, consiste em convidar a colocar diante da misericórdia de Deus uns e outros. É preciso tomar consciência da importância dos sentimentos que se expressam em gestos com falta de amor e que vão contra o Evangelho de Cristo.

O cristão está chamado a “santificar” o dia do Senhor. Não podemos esquecer que o domingo é o dia dedicado às “coisas do Senhor”, que não implica somente em ir à missa, mas também fazer atos de fé que nos levem a “santificar” o dia do Senhor, torná-lo um dia especial, dedicado a Ele, à convivência familiar, à caridade, a dedicar tempo ao cuidado de si mesmo.

Em relação à missa dominical, portanto, não se trata somente de uma participação física ou não, mas de deixar-se envolver pela lógica cristã do dia do Senhor. A mesma lógica da fé deveria intervir também no exame dos nossos sentimentos.

O exemplo que o leitor dá é claro. O próprio Senhor, no Evangelho, condena aquele que pronuncia palavras ofensivas contra seus irmãos; convida a reconciliar-se com o irmão antes de apresentar a oferenda no altar de Deus.

Alimentar sentimentos de ódio ao próximo está em forte contradição com o gesto eucarístico de comer o Corpo de Cristo. Se não conseguimos retificar rapidamente nossas relações, somos convidados a colocar diante da misericórdia de Deus, na confissão, o nosso coração arrependido, para que Ele o purifique por meio do seu perdão.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Sempre os velhos!


Sempre os velhos!

Como vão os portugueses reagir, nas legislativas, se a economia melhorar? Dizem alguns que se a anunciada melhoria económica chegar ao bolso dos portugueses, e continuar a pairar a dúvida sobre o despesismo do PS, a coligação tem aqui um aliado de muito peso. Pode ganhar as legislativas. Afirmam outros que se a economia apenas se reportar ao equilíbrio orçamental, à recuperação da credibilidade estrangeira ou à melhoria das notações das financeiras, mas não se refletir no bolso dos eleitores, então a vantagem cairá para o lado do PS. Como disse Centeno, um dos economistas do estudo encomendado pelo PS, “milagres não há” e afirmou: “ou emprego ou corte nas pensões”. Eis a questão: os aposentados deste país sabem que a empregabilidade em Portugal é como o rasgo na nuvem por onde espreita um sol tímido; sabem que a chumbada lhes vai cair no lombo, magro e esquelético. Desesperam contra a falta de humanismo desta economia contabilística; sentem a desigualdade porquanto, dizem, se houver novos sacrifícios a impor, eles devem ser repartidos por todos os portugueses e não só pelos funcionários públicos e reformados; apelidam-na de desumana porquanto sabem que nessas contas, as pessoas contam pouco; dizem estar a assistir a uma falta de respeito pelos valores da solidariedade geracional; a caixa registadora vale mais que o coração. Há quem tenha reformas milionárias mas a maioria não ganha para levar uma vida digna; não há dinheiro para sustentar as atuais aposentações porque os governos nunca descontaram para a caixa geral de aposentações, como descontam todas as outras entidades patronais; agora têm de dar à CGA o que nunca deram durante décadas a fio. O dinheiro dos descontos dos aposentados é dinheiro que não lhes pertence, logo não deveria ser o estado a geri-lo. Não há dinheiro para nada, porque ele é gasto em serviços inventados para empregar os meninos dos partidos, principalmente em assessorias, em empresas de estado sempre deficitárias, em institutos públicos de nenhuma ou duvidosa atividade, de fundações que só servem para editar livros dos fundadores, etc. etc. Assim não há dinheiro que chegue; não há nem nunca haverá. A maior parte das vezes são alguns destes protegidos que fazem as leis que depois revertem a seu favor. Mas nós, os aposentados, somos muitos, somos mais de três milhões e meio; a nossa longevidade atrapalha-lhes a contabilidade. Então por que razão teimamos em nos calar? Permitimos que nos ponham a carga às costas sem a atirar ao chão?! Que masoquismo é este?! Por que razão não fazemos sentir-lhes o nosso peso eleitoral? Por que razão vamos votar neste ou naquele partido que anunciam mais cortes nas pensões? Temos de ter a coragem de dizer a estes senhores, alto lá, nós existimos, nós votamos, nós estamos vivos, nós somos aqueles que repartimos a côdea que nos deixaram rapada, pelos filhos e netos a quem os senhores negam o presente e o futuro. Somos nós, afinal, quem decide eleições. Tenham consciência da nossa força. Obriguemos os políticos a ter medo dos aposentados. Nós somos um “grande partido”, que tem como “ideologia” querer viver o resto da vida com dignidade. O nosso passado tem de ser respeitado. Não precisamos de ir para a rua gritar slogans, empunhar bandeiras sindicais ou vociferar em megafones. Nós vamos decidir as legislativas. Todos votaremos a favor daqueles que nos respeitem, nem que seja de cadeira de rodas ou de cama de enfermo. Senhores, digam isto ao FMI e acrescentem que em Portugal quem ganha eleições são os aposentados.

Opinião – Diário do Minho - segunda-feira 25.05.2015

Paulo Fafe


 

Opinião – Diário do Minho - segunda-feira 25.05.2015

Paulo Fafe

Combate à pobreza, já!



          Combate à pobreza, já!
A rede europeia antipobreza’ na componente portuguesa quer colocar, mais claramente, o tema da pobreza na agenda dos partidos políticos... desde a mentalização até à legislação, passando por medidas concretas de combate ao flagelo da pobreza no nosso país.
A partir do manifesto «compromisso para uma estratégia nacional de erradicação da pobreza» preconiza-se uma espécie dum pacto em ordem a fazer da erradicação da pobreza ‘a primeira e a mais urgente prioridade nacional’.
A taxa de pobreza no nosso país teve uma evolução negativa: de 19,9% em 2009 para 19,5% em 2013, tendo a expressão em euros de 434 para 411 neste mesmo período de tempo... tão somente em quatro anos.
Políticas sociais, económicas e financeiras podem e devem esmerar-se no combate à pobreza, sendo mesmo proposto pela rede europeia antipobreza - Portugal a que, nada que possa aumentar a pobreza, saía do Parlamento, querendo com isso significar que se passaria da prática à teoria, isto é, que a erradicação da pobreza estaria, desde logo, na mente do legislador, criando um observatório no âmbito legislativo e na prossecução de iniciativas de saída do espaço social e psicológico da pobreza e da marginalização.




1. Pobreza alimenta muita gente
Parece um contrassenso, mas o estado de pobreza vai alimentando muita gente, desde o nível político até à dimensão sindical, sem esquecer imensas associações e iniciativas (ditas) socio-solidárias... mesmo no âmbito das igrejas.
Que seria dos partidos políticos, se lhes retirassem os pobres, como público-alvo? Efetivamente, os partidos políticos - seja lá a cor ou ideologia que for - perderiam a possibilidade de venderem ilusões e de intentarem promessas mais ou menos exequíveis... na verborreia de campanha eleitoral.
Idêntica necessidade têm os sindicalistas, pois, sem a contestação às condições menos boas dos seus filiados, perderiam a capacidade de mobilização, que, às vezes, se nivela mais pela riqueza do que pela insuficiência de meios e de proventos... Valeria a pena intentar saber as fortunas de certos sindicalistas para percebermos melhor a rotina com que fazem greve, o modo como condicionam a vida dos que trabalham e até os meios que mobilizam nas contestações... onde eles quase nunca perdem, pois são pagos pela estrutura sindical!
Não será ainda de menosprezar que sejam conhecidas as faturas de certas entidades que trabalham com os mais pobres. Com efeito, há situações para quem a miséria alheia é um certo fator de promoção social e mesmo profissional. Hoje, já não se discute quem são ‘os meus pobres’ - como faziam as senhoras de caridade em tempos mais recuados - mas em quantos gabinetes parece que se equacionam como os pobres são instrumentalizados para que estejam à nossa porta nos dias de avio e em circunstâncias de atendimento... Nem tudo muda, à exceção dos figurantes mais ou menos cadavéricos ou obesos!
2. Pobreza: circuito poderá ser corrigido?
Há uma pergunta que nos deveria inquietar, a todos, seja qual for a nossa condição económica, profissional, etária ou social: como poderemos corrigir o percurso de tantos dos pobres do nosso tempo? Efetivamente, há pessoas que nasceram na pobreza e, como que de forma irremediável, reproduzirão pobreza... seja ela psicológica, económica ou até em condições espirituais.
Imensas situações são de tal forma graves que só uma revolução estrutural e/ou civi- lizacional poderá modificar as causas e atenuar as consequências de certas situações de pobreza... manifesta ou envergonhada.
Como referem alguns peritos - sociólogos, antropólogos e pensadores - mesmo ligados à Igreja católica, temos de tentar modificar a matriz de onde parte esta onda de pobreza, que, atendendo às dificuldades mais recentes, continuam a pulverizar a nossa sociedade... atingindo, segundo alguns números disponíveis, um em cada cinco portugueses... num total de dois milhões de pessoas em dificuldade explícita ou intentada.
Temos de ser honestos e verdadeiros: não serão certas propostas eleitorais, que irão vencer esta tendência... até porque em momentos idênticos no passado só criaram ilusões e mais tarde fraude e bancarrota, que ainda estamos a pagar. Haja verdade em todos e para todos, já!


Opinião – Diário do Minho - segunda-feira 25.05.2015
António Sílvio Couto

9 ideias para rezar o terço quando você está muito ocupado

9 ideias para rezar o terço quando você está muito ocupado


Rezar o terço é muito mais simples (e maravilhoso) do que você imagina

Rezar o terço é muito mais simples (e maravilhoso) do que você imagina

 
 
pildorasdefe.net
25.05.2015
rosario© Ondřej Vaněček
Decidi que rezar o terço diariamente será uma prioridade na minha vida. Se você acha que não dispõe de 20 minutos para sentar e fazer orações a Maria, meditando sobre os mistérios da vida do seu Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, eu encontrarei 20 minutos em sua ocupada agenda.

Leve em consideração que você não precisa rezar os 5 mistérios de forma contínua, pode dividi-los durante o dia; e não é preciso carregar um terço com você o tempo todo: para isso, você tem 10 dedos que poderão ajudá-lo.

A seguir, apresento 9 ocasiões perfeitamente apropriadas para que você reze o terço hoje, por mais ocupado que esteja o seu dia:

1. Enquanto você corre

Você costuma correr, fazer exercício físico? Então pode acompanhar sua atividade física rezando o terço, ao invés de só ouvir música. Na internet, é possível encontrar muitos podcasts e aplicativos que lhe permitem escutar e rezar enquanto você corre.

2. No carro

É impressionante como aprendi a rezar o terço enquanto vou de um lugar a outro, enquanto vou ao supermercado, ao posto de gasolina, levar meus filhos à escola ou rumo ao trabalho. Os trajetos de carro costumam durar mais que 20 minutos, então eu os aproveito ativamente. Uso um CD com o terço e o rezo enquanto ouço. Isso me faz sentir como se estivesse rezando em grupo.

3. Enquanto você limpa a casa

Reze enquanto você organiza sua mesa de trabalho, enquanto passa o aspirador na sua casa, lava louça ou realiza outros afazeres domésticos. Enquanto reza, pode interceder e abençoar, com sua oração, todos aqueles que se verão beneficiados pelos seus esforços por um lar mais limpo e organizado.

4. Enquanto você leva o cachorro para passear

Você leva o cachorro para passear diariamente? Aproveitar o tempo de passeio para rezar o terço é muito melhor que deixar sua mente vagando sem sentido. Mantenha-a centrada em Jesus e em Maria!

5. Depois do almoço

Tenha um momento de descanso diariamente após seu almoço e aproveite-o para silenciar seu interior e rezar o terço. Nos dias de sol, você pode fazer isso contemplando as maravilhas da natureza que Deus nos deu.

6. Caminhando em um passeio sozinho

Uma vez por semana, lembre-se de rezar o terço caminhando. Nesses momentos, vale a pena levar o terço e caminhar no ritmo da oração. Outras pessoas poderão ver você rezar, o que acaba sendo uma oportunidade de dar testemunho.

7. Antes de deitar para dormir

Este é um momento belíssimo para ter Jesus e Maria como últimos pensamentos em sua mente antes de dormir. O único risco é pegar no sono antes de terminar o terço inteiro. Concentre-se no amor que você tem a Nossa Senhora e a Jesus para manter-se acordado.

8. Na igreja

É muito poderoso rezar o terço na presença de Jesus sacramentado e junto a outras pessoas da sua paróquia. Tenha um encontro semanal com Jesus para visitá-lo no Santíssimo Sacramento e rezar o terço em adoração. Ou, se sua paróquia tem a prática do terço em grupo, una-se!

9. Enquanto você está esperando

Quantas vezes estamos esperando algo ou alguém ao longo do dia? Na fila do banco, do supermercado, no consultório médico, no ponto de ônibus... você pode rezar pelo menos uma dezena do terço cada vez que espera, e no final do dia terá rezado o terço inteiro.

Que outras opções você tem para rezar o terço em seus dias ocupados? Compartilhe conosco!
sources: pildorasdefe.net