sexta-feira, 15 de abril de 2016

SAD – Serviço de Apoio Domiciliário e REFEITÓRIO SOCIAL


SAD – Serviço de Apoio Domiciliário e REFEITÓRIO SOCIAL

 

O Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora de Fátima desde fevereiro de 2002, que presta o Serviço Apoio Domiciliário aos utentes.

Através do Serviço Apoio Domiciliário prestamos diferentes serviços ao utente na sua própria casa, nomeadamente:

·         Refeição (pequeno-almoço, almoço, lanche e jantar) - A refeição é transportada em marmitas e térmicos apropriados e recomendados para o efeito; a alimentação é variada, temos cerca de 40 pratos/refeições diferentes no serviço aos utentes. A ementa diária é composta por carne e peixe (variando e rodando sempre ao almoço e ao jantar). A Instituição serve sempre pratos cozinhados na hora, a todas as refeições com cozinha desde as 8.00h. às 20.00h.; fazem-se as viagens necessárias para que o utente tome todas as refeições que solicitou. Há casos em que vamos à casa do utente 4 vezes só para a alimentação. Todas as deslocações são sempre feitas pelos nossos colaboradores.

·         Acompanhamento da refeição – Se o utente assim o desejar ou necessitar a Instituição disponibiliza uma colaboradora para apoiar durante a refeição.

·         Higiene pessoal – Este serviço começa pelas 7.30H da manhã até às 18h30 da tarde. Existe uma equipa própria para as higienes. As colaboradoras que trabalham com a alimentação, não trabalham com a higiene pessoal ou de casa.

·         Higiene de habitação, de roupas, ou outras – este serviço é prestado diariamente da parte de tarde.

 

O processo de certificação de qualidade em que nos encontramos fez com que os nossos serviços tivessem melhorado muito as suas condições, para melhor, penso eu.

Para conseguir dar apoio a todos os nossos utentes temos 4 carros que permitem que as várias equipas (alimentação e higiene) se desloquem à casa dos utentes. Os carros estão equipados e devidamente preparados, conforme as recomendações de qualidade, uns para o transporte da alimentação e outros para o serviço de higiene.

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Refeitório Social funciona desde setembro de 1995 – Damos a refeição do almoço e jantar a uma média de 70 utentes diariamente. A ementa/refeição do refeitório Social é igual à de todos os Utentes da Instituição, dos trabalhadores e voluntários. Há uma só ementa, de refeição normal ou de dieta. Algumas fotos, tiradas ao acaso, mostram alguns pratos servidos no Refeitório. O nosso coração ou espírito de serviço é não deixar que ninguém passe fome. Sempre numa situação que gostávamos que seja temporária, pois quem tem saúde e pode trabalhar deve começar a lutar pela sua sobrevivência à custa do seu trabalho e a quem a sociedade tem obrigação de criar oportunidades!...

Não está nos nossos princípios alimentar vícios, mas alimentar a vida a quem luta e não encontra…







































































































quinta-feira, 14 de abril de 2016

Ordenação Diaconal e Instituição de Ministérios: «Amor é essencial no exercício de qualquer ministério», afirma D. Anacleto


Ordenação Diaconal e Instituição de Ministérios: «Amor é essencial no exercício de qualquer ministério», afirma D. Anacleto

 

No passado domingo, dia em que a Igreja iniciou a Semana Mundial de Oração pelas Vocações, D. Anacleto Oliveira presidiu, na Sé, à ordenação de um diácono (candidato ao presbiterado) e à instituição em ministérios de quatro outros seminaristas.

            Fábio Jorge Araújo Carvalho, natural da paróquia de Nossa Senhora da Expectação de Carvoeiro, Viana do Castelo, e a fazer o seu estágio pastoral na paróquia de Monserrate, na cidade de Viana, foi ordenado diácono.

            Vítor Miguel Rodrigues Gonçalves Rocha, natural da paróquia de São Pedro e São Paulo de Serreleis, Viana do Castelo, foi instituído Acólito. Três outros jovens foram instituídos Leitores: Rogério Fernandes Rodrigues, de São Tomé de Cousso, Melgaço; João Martinho Rodrigues Amorim, de Santa Eulália de Rio de Moinhos, Arcos de Valdevez; Luís Armando Barroso Martins, de São Tiago de Poiares, Ponte de Lima.

            Dirigindo-se aos seminaristas que abraçaram novos ministérios, o Bispo Diocesano, partindo da Palavra de Deus, recordou que, para apascentar o rebanho de Deus, o amor é essencial, desde logo, porque «Jesus, como Pastor, mostrou permanentemente o Seu amor à Igreja, o qual atinge toda a sua plenitude na Cruz».

            É este mesmo amor, acrescentou D. Anacleto, que é pedido ao diácono, através do anúncio da Palavra, do serviço do Altar e da prática da caridade; ao acólito, que ajuda a fazer com que o amor sintetizado na oferta do Corpo e Sangue de Cristo se torne mais vivo; ao leitor que é chamado a dar voz à Palavra de Deus.

            Finalmente, recordou que há uma «tentação» associada ao exercício de qualquer ministério: fazê-lo pensando no proveito pessoal, seja para exibicionismo, para obtenção de benefícios materiais ou para “agradar aos outros”.

Para que tal não aconteça desafiou os cinco jovens e todos os ministros presentes: «Cada vez que exercerdes o vosso ministério, ouvi a voz de Cristo que vos pergunta, como a Simão Pedro, “Tu amas-Me?”».
Padre renato
 

segunda-feira, 11 de abril de 2016

“O Tempo Pascal no Jubileu da Misericórdia - Somos Filhos da Luz” * Formação de Adultos * 9 de Abril 2016 – 15:00horas * 7ª Sessão


Paróquia Nossa Senhora de Fátima - Formação de Adultos

Dia: 9 de Abril 2016 – 15:00horas

Local – Igreja da Sagrada Família (Abelheira) - 7ª Sessão

Ano Jubilar da Misericórdia

Tema: “O Tempo Pascal no Jubileu da Misericórdia -  Somos Filhos da Luz”

 

1         – Objectivos:

 

1.1     – Compreender o tempo litúrgico do período pascal – da Páscoa ao Pentecostes;

1.2     – Testemunhar a Fé na Ressurreição: “Eu sou a Ressurreição e a Vida. Quem acredita em mim nunca morrerá” (Jo. 11,23);

1.3     – Proclamar: “Jesus Cristo encarnação da Misericórdia de Deus, por amor morreu na Cruz e por amor ressuscitou. Por isso proclamamos: Jesus é o Senhor”;

1.4     – Aprofundar as narrativas bíblicas de Ressurreição de Jesus;

1.5     – Reconhecer a profundidade cósmica, teológica e escatológica do tempo pascal;

1.6     – Acreditar: “Quer vivamos quer morramos, pertencemos ao Senhor” (Rom, 14,8);

1.7     – Rezar com o coração: “Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras… de novo há-de vir em sua glória” (Credo);

1.8     – Celebrar o Domingo – Dia do Senhor Ressuscitado, tendo como centro a Eucaristia;

1.9     – Praticar a Caridade com Obras de Misericórdia Corporais e Espirituais;

1.10  – Irradiar: “Somos Filhos da Luz” (Constituição Pastoral sobre a Igreja no mundo contemporâneo) (Concilio Vaticano II);

1.11   - Interiorizar: “Cristo é a Luz dos Povos” (Constituição Dogmática sobre a Igreja) (Concilio Vaticano II).

 

2 – Textos:

2.1 – Sagrada Escritura

 

VI. Ressureiçao dos Mortos (15,1-58)

Cristo ressuscitou – Lembro-vos, irmaos, o evangelho que vos anunciei, que vós recebestes, no qual permaneceis firmes e pelo qual sereis salvos, se o guardardes tal como eu vo-lo anunciei; de outro modo, terieis acreditado em vão.

Transmiti-vos, em primeiro lugar, o que eu proprio recebi: cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras; foi seultado e resuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras; apareceu a Cefas e depos aos Doze. Em seguida, apareceu a mais de quinhentos irmãos, de uma só vez, a maior parte dos quais ainda vive, enquanto alguns já morreram. Depois apareceu a Tiago e, a seguir, a todos os Apóstolos. Em último lugar, apareceu-me também a mim, como a um aborto. (1 C. Corintios, 15, 1-8)

 

2.2 – Primeiro Dia da Semana

Foi na manhã do “primeiro dia da semana” (Mt., 28, 1; Mc., 16; Lc., 24, 1; Jo., 20, 1) que o Senhor Jesus ressuscitou e se manifestou aos seus. Depois de ter aparecido às santas mulheres, e em seguida a Pedro “nesse mesmo dia” manifestou-se aos dois discípulos de Emaús, que “O reconheceram na fracção do pão” (Lc., 24, 35) e tornou-se presente no meio dos apóstolos reunidos: comeu com eles (Lc., 24, 41-43) e disse-lhes: “Como o Pai me enviou, também vos envio”. Dito isto, soprou sobre eles, dizendo: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, ser-lhe-ão perdoados” (Jo., 20, 21-13).

A ressurreição de Cristo de entre os mortos, a sua manifestação na assembleia dos seus, a refeição messiânica do ressuscitado com os discípulos, o dom do Espírito e o envio missionário da Igreja, tal é a Páscoa cristã na sua plenitude, tal é o acontecimento central da história da salvação, que marcou para sempre o primeiro dia da semana. Todo o mistério que a celebração do domingo encerra está já presente no dia de Páscoa; o domingo é precisamente a celebração hebdomadária do Mistério pascal.

A celebração cristã do primeiro dia na semana seguinte à Ressurreição de Cristo:

Oito dias depois, encontravam-se os discípulos de novo em casa… Jesus apareceu no meio deles e disse-lhes: “A paz esteja convosco!”. Depois disse a Tomé: “Põe aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; estende a tua mão, e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas fiel”. (Jo., 20, 26-27)

Sem nada ajuntar ao mistério da sua presença no meio dos seus, já realizada na tarde do dia de Páscoa, Jesus atrai, no entanto, a atenção dos discípulos para duas coisas: ao mostrar as duas chagas gloriosas, Ele coloca a cruz no centro da assembleia ritual dos cristãos; ao exigir a fé de Tomé, requer que esta assembleia reúna crentes “fiéis”.

A geração apostólica apreendeu imediatamente a importância do primeiro dia, ligado à memória e presença do Crucificado-Ressuscitado.

 

2.3 – A Formação Definitiva do Domingo

A análise das origens históricas do domingo cristão levou-nos até aos meados do século segundo, com a referência ao Evangelho apócrifo de Pedro. Por esta data, o domingo já está plenamente descoberto quanto ao seu significado cultual autónomo. Mas só no século quarto, passada a era das perseguições, é que atinge a sua forma definitiva.

1.        Comecemos por transcrever  o venerando testemunho de S. Justino, martirizado em Roma, em 165, o qual, não só nos transmite a primeira descrição pormenorizada da assembleia dominical, como até já põe em relevo algumas ideias  fundamentais da teologia do domingo: «No dia que se chama o ‘dia do sol’, todos os nossos que habitam na cidade ou pelos campos reúnem-se no mesmo lugar. Lá se lêem, quanto o permite o tempo, as memórias dos Apóstolos ou os Escritos dos profetas. Logo que o leitor termina a leitura, o Presidente, tomando a palavra, faz uma exortação para convidar-nos à imitação de tão belos exemplos. Seguidamente, levantamo-nos todos e fazemos as nossas preces, no fim das quais se oferece pão e vinho e água. O Presidente na medida das suas possibilidades, faz subir até Deus súplicas e acções de graças, exclamando depois todo o povo: “Amen”. Faz-se depois a distribuição dos alimentos consagrados pela acção de graças, dando-se participação deles a cada um dos presentes, enquanto os Diáconos os levam aos ausentes. Os que possuem haveres, e assim o desejam, dão o que bem lhes parece, cada um segundo a sua livre determinação, O que se tiver recolhido é entregue ao Presidente o qual cuidará de socorrer órfãos e viúvas, todos os que tiverem em necessidade por doença ou por qualquer outra causa, os retidos nos cárceres, os estrangeiros de passagem, constituindo-se ele, numa palavra, provisor de quantos se acham em necessidade.

Celebramos esta reunião geral no dia do sol, por ser ele o primeiro dia, aquele em que Deus, tirando a matéria das trevas, criou o mundo, e também por ser ele o dia em que Jesus Cristo, nosso salvador, ressuscitou dentre os mortos. Sabe-se, com efeito, que O crucificaram no dia anterior ao ‘dia de Saturno’, e que foi no dia seguinte ao ‘dia de Saturno’, o qual é o ‘dia do sol’ que Ele apareceu aos Seus apóstolos e discípulos, ensinando-lhes estas mesmas doutrinas que nós agora apresentamos ao vosso exame.

Segundo S. Justino, o domingo, a que chama «dia do sol», usando ainda a linguagem dos pagãos para ser entendido por eles, é dia próprio para a reunião da assembleia cristã à volta do altar eucarístico e para a prática da caridade. É que este dia sobrepõe-se a todos os demais, tanto por ser dia em que Deus começou a formação do mundo, criando a luz, como por ser a data da Ressurreição gloriosa de Cristo e das Suas manifestações aos discípulos. Um pouco mais tarde, nos princípios do século terceiro, aparece a Didascália dos Apóstolos a precisar que a reunião litúrgica dominical se realizava sobre a manhã. Mas o grande interesse histórico deste documento está no facto de ele conter a primeira referência explícita ao problema da suspensão dos trabalhos no «dia do Senhor». Não ponhais os vossos negócios temporais acima da palavra de Deus, mas abandonai tudo no dia do Senhor, acorrendo com diligência às vossas igrejas, pois é lá que prestareis o vosso louvor a Deus.

 

2.4 – A Misericórdia suporta a Vida da Igreja

A arquitrave que suporta a vida da Igreja é a misericórdia. Toda a sua acção pastoral deveria estar envolvida pela ternura com que se dirige aos crentes; no anúncio e testemunho que oferece ao mundo, nada pode ser desprovido de misericórdia. A credibilidade da Igreja passa pela estrada do amor misericordioso e compassivo. A Igreja «vive um desejo inexaurível de oferecer misericórdia». Talvez, demasiado tempo, nos tenhamos esquecido de apontar e viver o caminho da misericórdia. Por um lado, a tentação de pretender sempre e só a justiça fez esquecer que esta é apenas o primeiro passo, necessário e indispensável, mas a igreja precisa de ir mais além a fim de alcançar uma meta mais alta e significativa. Por outro lado, é triste ver como a experiência do perdão na nossa cultura vais rareando cada vez mais. Em certos momentos, até a própria palavra parece desaparecer. Todavia, sem o testemunho do perdão, resta apenas uma vida infecunda e estéril, como se se vivesse num deserto desolador. Chegou de novo, para a Igreja, o tempo de assumir o anúncio jubiloso do perdão. É o tempo de regresso ao essencial, para cuidar das fraquezas e dificuldades dos nossos irmãos. (Papa Francisco)

 

3– A Palavra Páscoa (Passagem)

Embora o sentido exacto e origem da Páscoa continuem desconhecidos, o vocábulo Páscoa apareceu pela primeira vez no livro do Êxodo, 12:11; “é assim que devereis comê-lo: com os rins cingidos, sandálias nos pé e vara na mão; comê-lo-eis às pressas; é uma Páscoa para Iavé”. A sua unidade engloba uma refeição ritual em que se come o cordeiro pascal. A libertação da escravidão do Egipto era o símbolo da morte e da ressurreição de Jesus Cristo, nossa Páscoa, segundo S. Paulo na sua I Carta aos Coríntios V, 7. É ele quem nos livra da morte eterna e que nos alimenta com a vida na refeição pascal, tornada refeição eucarística. O verdadeiro étimo da palavra Páscoa é discutido pelo que só recordo o que é aceite por todos. Páscoa em latim eclesiástico era Pascha; em grego bíblico era Páskha ou Pásca; e em hebraico Pésakh. Esta era a festa dos agricultores (sedentários); enquanto os nómadas (nome que em grego significa “pastores ou grupos humanos sem residência fixa e abrigando-se em tendas móveis”) celebravam a sua festa dos ázimos. Em inglês a Páscoa judaica chama-se Passover (de to passo ver= passar adiante); enquanto a Páscoa Cristã se chama Easter (do nome da antiga deusa Eastre, cujo festival se realizava no equinócio da Primavera)

 

 

4– Sofrimento no Mundo (Sombras e Medos)

 

4.1 – Escravatura;

4.2 – Deslocados/Refugiados;

4.3 – A Criação Ameaçada;

4.4 – Fome;

4.5 – Idosos Sofredores;

4.6 – Crianças Sem Carinho;

4.7 – Gente Sem Terra;

4.8 – Populações Sem Trabalho;

4.9 – Povo Sem Tecto;

4.10 – Perseguição.

 

 

5 – Esperança na Nova Criação, na Fraternidade, Vida Nova em Cristo Ressuscitado…

Páscoa - Passagem

 

. Da Escravidão à Liberdade;

. Da Fome ao Pão;

. Do Desânimo ao Ânimo;

. Da Morte à Vida;

. Da Doença à Saúde;

. Do Analfabetismo à Alfabetização;

. Da Rua à Habitação;

. Da Exclusão à Inclusão;

. Da Injustiça à Justiça;

. Da Corrupção à Honestidade;

. Do Desemprego ao Emprego;

. Da Angústia à Serenidade;

. Das Sombras à Luz;

. Dos Medos à Confiança;

. Do Temporário ao Eterno;

. Da Destruição da Natureza à Conservação do Planeta;

. Do Pecado à Graça Divina…;

. Da Desorientação à Esperança na Palavra de Salvação oferecida por Jesus!;

 

6– Prática Cristã

 

6.1 – Serviço ao Próximo;

6.2 – Perdoar as Ofensas;

6.3 – Ajudar o Necessitado;

6.4 – Agradecer a Deus o que tem feito por mim!;

6.5 – Acreditar com Grande Fé!;

6.6 – Contemplar a Misericórdia e a Bondade de Deus!;

6.7 – Rezar: “Vem Senhor Jesus!”.

 

7– Para reflectir: “EU estarei convosco até ao fim dos Tempos” disse Jesus

 

7.1 – Escuto a Deus?

7.2 – Sinto Jesus vivo na Vida?

7.3 – Testemunho a alegria da Ressurreição?

7.4 – Como celebro o Domingo, Dia do Senhor?

7.5 – Qual foi a Obra de Misericórdia nestes dias?

7.6 – Como contribuo para o Bem da Humanidade?

7.7 – Sou mão aberta para receber, e fechada para ofertar?

7.8 – Caminho na Luz de Cristo?

7.9 – Povo sem Tecto;

7.10 – Perseguição.

 

 

8 – Oração

 

Demos Graças ao Senhor

Porque Ele é Bom…

Porque é eterna a sua Misericórdia!

Aleluia… Aleluia…

Com Humildade suplico,

Senhor Ressuscitado--- Vivo!...

Lança Luz no meu coração…

Dá-me coragem para caminhar

Na Paz oferecida por ti!

Aleluia, Aleluia…

Ámen.

 

Relator: José Rodrigues Lima

Telefone: 938583275 / 258829612

 

quarta-feira, 6 de abril de 2016

MAZAREFES EM IMAGENS

 
Padre Sebastião e o pai levam o Padre Coutinho a conhecer a Serra de Arga
 


RIO LIMA E A PRAIAS FLUVIAL DE MAZAREFES POR 1965




 
ORDENAÇÃO DE DIÁCONOS EM BRAGA


 
ORDENAÇÃO DE DIÁCONO DO PADRE COUTINHO

 
COMUNHÃO SOLENE NO TEMPO DO PADRE SEBASTIÃO
 
 
GENTE DE MAZAREFES DAS DEIRAS

 
S. SIMÃO RESTAURADO PELO
 
CASIMIRO ARAÚJO


 
SEMINARISTAS NA PRAIA DE MAZAREFES
 

 
CASA DA MARINHEIRA


 
ANTIGA CASA DAS CARMELITAS
 
COM DATA. AGORA RESTAURADA
 
POR PARENTES MEUS
 
 COMISSÃO DE FESTAS DAS BOAS NOVAS
 
 ESCADARIA PARA A VARANDA DA CASA DOS CIRUGIÕES


 
ESCOLA PRIMÁRIA DE MAZAREFES
 
 
CASA DOS CORDOEWIROS DE BAIXO
 
 
FUNERAL DA CARRICINHA

 
CASA DOS BRASILEIROS

 
PEÇA DE TEATRO "O MÉDICO `RASCA" NO SALÃO PAROQUIAL
 

AVÓS MATERNOS DO PADRE COUTINHO


 FAMÍLIA RODRIGUES COUTINHO


 
ALTAR E TRIBUNA DA IGREJA DE MAZAREFES


ANTIGA MOAGEM DO JOSÉ DE OLIVEIRA REIS


PEÇA DE TEATRO NO SALÃO PAROQUIAL "AS CALÇAS PENHORADAS"
 
 
CASA DO POVO DE MAZAREFES E VILA FRIA
 
 
"ERA O VINHO, MEU DEUS ERA O VINHO..." NO SALÃO PAROQUIAL


NA CASA DO POVO
 
 
COMUNHÃO SOLENE DO PADRE COUTINHO
 

 
CRUZAMENTO ESTRADA DAS BOAS NOVAS COM A ESTYRADA DE PONTE DE LIMA E CAMINHO PARA A VEIGA E RIO LIMA EM MAZAREFES
 

O SANEFÃO DO ARCO DO CRUZEIRO E PARTE DA TRIBUNA COM A SUA ARCADA
 
 


Imagens da antigas da Paróquia

 
Ácies na Paróquia

 
Procissão da Senhora das Necessidades

 
 
3º Aniversário  da fundação dos AA em Viana do Castelo
 

 
Assim era na rua da Bandeira antes do
 
Mac-donald
 


 
Neve em Viana do Castelo em 1980?