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quinta-feira, 1 de maio de 2014

Mês de Maria do Portal da Família

Mês de Maio Mês de Maria

 
Transcrito do Livro Os Mistérios de Maria, Página 32, de Antônio Cardigos, Editora Rei dos Livros:

A Virgem Fiel
Quando Miguel Ângelo acabou de esculpir "a Pietà" do Vaticano, alguém lhe perguntou por que representara Nossa Senhora mais jovem que o seu Filho Jesus.
O famoso escultor respondeu: As pessoas enamoradas e fiéis não envelhecem!
Que Nossa Senhora nos ensine a enamorar-nos de verdade e a ser fiéis.

Transcrito do Livro Os Mistérios de Maria, Página 48, de Antônio Cardigos, Editora Rei dos Livros:

O rosto da Mãe

Corria-se a volta à Itália em bicicleta. Na etapa da montanha, os ciclistas escalavam o monte com muita dificuldade. De repente, Bartali saiu do pelotão e, pedalando, pedalando, mantém a fuga e chega isolado a cortar a meta.
Fazem-se muitas perguntas, inúmeros comentários sobre a proeza. O próprio Bartali acabou por explicar o sucesso: Foi muito simples, estava cansado, como todos os meus companheiros. Levantei então a cabeça e olhando a linha do horizonte, divisei a saliência de uma pedra que parecia desenhar o rosto de minha mãe. Veio-me à cabeça a sua preocupação pelos meus irmãos mais novos. Eles precisavam que eu ganhasse aquela etapa. O prêmio dos Alpes era muito importante para lhes pagar os estudos. Foi como se eu tivesse tomado uma injeção de energia. Se soubessem como as minhas pernas começaram a pedalar?! Vamos, tenho que ganhar! disse para comigo próprio.
Quando cortei a meta no meio dos aplausos, senti que aquela etapa tinha sido ganha pela minha mãe.
Se ganhamos o Céu, é a nossa mãe do Céu que o ganha para nós. Não o ganhamos sem Ela. Ela puxa-nos para cima, e tem pressa de que o ganhemos. Nas várias etapas da nossa vida, sobretudo se são de montanha, reconheçamos o rosto de Maria, nossa mãe e causa da nossa esperança. Digamos-lhe muitas vezes, ao longo do dia: Minha Mãe, minha confiança.

Transcrito do Livro Os Mistérios de Maria, Página 68, de Antônio Cardigos, Editora Rei dos Livros:

O mendigo de Pacorbo

A história fala-nos de um mendigo e de uma ermida dedicada a Nossa Senhora. O mendigo costumava ir lá rezar todos os dias. O seu problema era o problema de todos os mendigos do mundo: ter dinheiro suficiente para comer; a humilhação de pedir. As pessoas que iam à ermida deitavam esmolas através das grades, e o pároco de vez em quando recolhia-as e comprava flores com elas.
A oração do mendigo era asssim: Bom dia Mãe. Está calor. Muito calor. Às vezes gostava de ser rico. Comprava-te... Bem, já vês! Que parvoíce! Como se tu não soubesses isso. No dia em que não venho cá, parece-me que me falta qualquer coisa!. Bem, o sol já vai alto e cheio e o estômago está vazio.
Mas o surpreendente vinha depois: o mendigo metia a mão nos bolsos, contava o dinheiro e, quando não chegava, pedia um empréstimo a Nossa Senhora.
A maneira de se apropriar do dinheiro era simples. Cobria de pez a ponta da bengala, que introduzia através das grades da ermida e com ela procurava apanhar algumas das moedas que os devotos atiravam para o pavimento e que ficasse ao seu alcance. Mas lá isso, era honesto. Apontava tudo num livro: devo, devolvi...
Ao regressar a casa, o mendigo perguntava ao neto que vivia com ele: estudaste? comeste? E estendia-lhe um pão, uma maçã. E os olhos do miúdo riam ao ver o tamanho da maçã. A maior era sempre para o miúdo. Gostavam muito um do outro.
Passaram os anos. O mendigo adoeceu e então rezava assim: Mãe deixa que eu viva até que ele termine os estudos. Só te peço mais dez anos de vida. Se não puder ser, paciência. Tu é que sabes. Mas protege o meu neto. Até amanhã.
Mas no céu decidiram que o velho já tinha lutado bastante e chamaram-no, para ficar a conversar eternamente com Nossa Senhora.
E à noite, o neto acariciava recordações: a bengala de ponta escurecida pelo pez, o alforge, a colher que guardava o segredo de repartir mais para os outros e ah! o velho livrinho. Soltaram-se-lhe as lágrimas. O rapaz leu devagar e em voz alta. Dizia: Isto vai mal. Apanhei a Nossa Senhora dez escudos. Ao todo devo-lhe cinqüenta e cinco escudos. Depois abriu a última página escrita, a do dia em que o avô morreu e dizia assim: dia oito de Dezembro, hoje estou em paz com Nossa Senhora.

Transcrito do Livro Os Mistérios de Maria, Página 97, de Antônio Cardigos, Editora Rei dos Livros:

A bandeira da Europa

Em 1950, o Conselho da Europa abriu um concurso para a elaboração da bandeira da recém-nascida comunidade européia.
Arsene Heitz, artista de 80 anos, de Strasbourg, apresentou vários projetos e um deles representando 12 estrelas sobre fundo azul; foi esta que ganhou.
Onde se foi inspirar o artista? Naquela altura andava a ler a história das aparições de Nossa Senhora na Rue du Bac em Paris, que hoje é conhecida com Nossa Senhora da Medalha Milagrosa. O artista inspirou-se na imagem de Nossa Senhora da Conceição, que representa a figura do Apocalipse: a mulher vestida de sol, a lua debaixo dos pés e na cabeça uma coroa de 12 estrelas.
Claro está que nem as estrelas, nem o azul da bandeira da Europa são propriamente símbolos religiosos. Neste sentido Paul Lévy, primeiro diretor dos serviços de imprensa e informação do Conselho da Europa, quando explicou aos membros da Comunidade Econômica o sentido do desenho, interpretou o número das doze estrelas como o algarismo da plenitude, já que na década de 50 não eram 12 nem os membros do Conselho da Europa nem os da Comunidade Européia.
E, talvez sem dar por isso, esta insígnia proposta por Heitz foi adotada oficialmente no dia 8 de Dezembro de 1955.
São muitas coincidências, casualidades, para que não nos seja difícil descobrir, por entre as dobras da nossa bandeira de europeus, o sorriso e o carinho de Nossa Senhora Rainha da Europa, disposta a dar-nos uma mão neste desafio lançado pelo Papa de recristianizar o Velho Continente.

Mês de maio - Mês de Maria

Mês de maio - Mês de Maria.
Por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO 
ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ DE FORA, MG.
 
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“Neste mês de Maria,
Tão lindo mês de flores, 
Queremos de Maria
Celebrar os louvores”

Assim cantavam as crianças, na sua pureza quase angelical, nas noites frias de maio, coroando a imagem da Virgem Maria, como a coroou seu Filho na unidade da Trindade Santíssima.

Os tempos e os costumes mudaram e, com eles, também nós, a nossa cultura, a nossa sociedade e já não ouvimos, senão talvez no interior e nas pequenas comunidades, ressoar aquela melodia, aquelas vozes e a coreografia que lembravam a corte celeste com seus anjos louvando e reverenciando a Mãe de Deus.

De uma sociedade quase estática em que vivíamos até a metade do século passado, passamos por crescimento populacional vertiginoso, um desenvolvimento científico e tecnológico que somos praticamente incapazes de acompanhar e, sobretudo, de analisar e colocar sob a égide do humano.

A filosofia e a teologia se confundem no julgamento do que surge e que penetra profundamente em nossas vidas. Inquietos, questionadores e independentes buscamos, nesta evolução natural da nossa condição humana, embora cheia de acidentes, encontrar o rumo dos valores humanos e eternos.

Para nós, cristãos, esta busca passa pelas mãos de Maria, como é certo que, no mistério da redenção, quando o Pai Celeste quis dela o assentimento, o “sim”, pelo qual se tornou Co-Redentora –“Eis a serva do Senhor. Faça-se em mim a tua vontade”, antecipando, em segundos,no tempo, o Filho que ao entrar no mundo disse: “eis que venho, ó Deus, para fazer a tua vontade.”

Em toda a história da Igreja, Maria se faz presente. Presença delicada, silenciosa, como nas Bodas de Caná da Galiléia –“Meu Filho, eles não têm vinho” - como no segredo da encarnação do Verbo, como junto à cruz. 

Na Grécia, como em Roma, quando a Igreja, saída das perseguições pagãs, teve de enfrentar novo perigo, o das heresias na formulação da fé, no Concílio de Éfeso, São Cirilo de Alexandria, após a definição dogmática, pôde saúda-la e invocar: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós!” 

Nas ruas de Roma, invadida pelos bárbaros, nas esquinas, onde ainda se podem ver as imagens de Nossa Senhora, o povo a invocava, a ”Salvação do Povo Romano”, rezando como ainda o fazemos: “Sob vossa proteção nos refugiamos, Santa Mãe de Deus, não desprezeis nossas súplicas em nossa necessidades, mas livrai-nos de todos os perigos, o Virgem gloriosa e bendita.” 

Na Idade Média, as catedrais góticas atestam a devoção a Maria e a gratidão do povo nas calamidades daquele tempo, enquanto Domingos de Gusmão empunhava o rosário contra a heresia dos albigenses e Simão Stoc colocava o escapulário do Carmo, presente de Nossa Senhora para aqueles que recorrem à sua proteção, inclusive para passarem do purgatório para o céu, como vemos representado em nossa Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, na lateral do seu altar.

Nos dias de hoje, em Lourdes e em Fátima, mensageira do Evangelho eterno, nos lembra que saímos de Deus e a ele devemos voltar pelo batismo e, por uma vida santa, aguardar o seu advento glorioso. O simbolismo de cavar a terra e dela surgir a água, em Lourdes, faz-nos meditar sobre a criação e as águas que nos renovam na graça, enquanto em Fátima, na aridez da paisagem e no milagre do sol, nos relembra o fim último com a glória do Cordeiro.

Maria está presente em nosso tempo. Talvez não tanto mais na simplicidade dos anjinhos do mês de maio que evocamos, mas sobretudo na certeza de que nos dá da sua assistência neste vale de lágrimas, às vezes semeado de alguma alegria. A Ela invocamos, a seus santuários acorrem multidões nas suas necessidades e lá depositam os ex-votos de gratidão.

Um devoto de Maria não se perde, ensina Santo Afonso e Bernardo de Claraval nos orienta para, em todas os momentos, de alegria e de angústia, de dificuldade e incerteza, olharmos a Estrela, chamar por Maria – Respice Stellam. Voca Mariam. Ela está diante de seu Filho a interceder por nós, para que sejamos dignos de herdar as suas promessas, de vermos a Deus face a face, no resplendor do seu Unigênito e no amor eterno do seu Espírito.




Hoje começa o Mês de Maria, Mês da MÃE

MAIO, MÊS DE MARIA E MÊS DAS MÃESPDFImprimirE-mail

Este é um mês especial! Mês das Mães.
As Mães que Deus escolheu para nos gerar, criar, educar, proteger e amar. Não foi por mero acaso.
É o Mês de MARIA, a Mãe de Jesus .
Maria, através de seu semblante deixa transparecer a divindade de seu Filho muito amado, Jesus. Ela é a Mãe do Puro Amor.
Maria é promessa e esperança, é ternura e solidariedade, é bondade e amor. É o veículo direto que nos comunica com Seu Filho. É nossa intercessora.
A ela, confiamos nossas fraquezas, nossos sofrimentos, nossas limitações. Maria é nosso HELP!
O colo de Maria é maternal. Nele, encontramos abrigo e consolo. Ela nos conforta, nos acalenta. A presença da Virgem Maria em nossas vidas é real. Maria nos guia a cada momento. É mãe cuidadosa e amorosa com seus filhos. Assim, também, devemos ser com nossos filhos, semelhantes à Maria. Tratá-los com carinho sob nossa orientação e cuidados, mesmo que tenhamos que nos esforçar em certas ocasiões.
Devemos ser fiéis à Mãe de Deus, oferecendo nossas orações, aflições, angústias e tendo-a em lugar especial e respeitoso em nossas vidas.
Ela, não se esquece de nós. Precisamos ser Mães como Maria, acalentando nossos filhos, educando-os e amando-os, dentro dos princípios morais, éticos e religiosos. Sejamos mães comprometidas com nossos filhos, até as últimas conseqüências. Isso, alegrará o Coração de Maria.
Maria supervisiona nossa maternidade. Ela é Mãe Celeste das Mães.
Ela nos abençoa e solidifica nossa fé em seu Filho amado.
Com Maria firmamos nosso elo de união com Jesus Cristo seu FILHO.
O profundo mistério de ser Mãe de Deus a coloca numa posição privilegiada na história da salvação, elevando-a acima de todas as criaturas. Porém, não podemos esquecer que sua vida foi de ser humano normal semelhante à nossa, com as devidas diferenças da época.
Mas, as preocupações, sofrimentos, trabalhos, exatamente, como nós.
Estamos acostumados a vê-la nos altares, merecidamente, envolta em vestes douradas, mãos postas, glorificada.
Mas... Nos esforcemos para também vê-la de avental, cozinhando e lavando como nós.
Nossa relação com Nossa Senhora é uma relação de infinita igualdade e ao mesmo tempo de grandezas diferentes.
E o SIM de Maria? É o SIM do verdadeiro e Santo Amor.
Queremos pedir um pouco da sua coragem, para darmos o “SIM” necessário à realização do Plano de Deus em nós.
O Sim da Virgem Maria a coloca em plena disponibilidade ao Criador. Sem pensar nas conseqüências, faz a sua entrega, entrega total de prova de amor.
Maria foi o maior exemplo de fé, de certeza, fidelidade ao Pai.
Renuncia sua própria vida de jovem comum e assume o principal papel na História Universal, o de Mãe de Deus.
Sejamos como Maria, Mães amáveis, mães responsáveis, mães em regime integral.
O nosso culto à Virgem Santíssima, Mãe de Deus, Rainha de Todos os Anjos e Santos é de SUMA VENERAÇÃO-HIPERDULIA.
A Igreja estabeleceu duas festas de preceito e honra à Virgem Maria.
A Festa da Imaculada Conceição no dia oito de dezembro e a Festa da Assunção de Maria em quinze de Agosto.
As demais festas celebram os Privilégios de Maria. E são muitas,
 pois ela tem muitos títulos.
No segundo domingo do mês de maio, comemoramos o Dia da Mãe, que na verdade, é todo dia. Mãe não tem férias, assim como não tiramos férias de Deus. A Mãe exerce sua maternidade até o fim. 
São Bernardo, devoto mariano, dizia que o Coração de Maria Santíssima é como um quadro onde estão pintados todos os atrozes sofrimentos de seu Filho. Para conhecê-los, não é preciso fitar a cruz, basta observar o coração da Mãe Dolorosa.Os espinhos que ferem a cabeça de Jesus, os pregos que transpassam os pés, as mãos, as feridas que lhe cobrem os ombros, os insultos, as angustias, tudo isso está visivelmente esculpido no coração da Santíssima Virgem.
No Coração das mães, também estão cravados os sofrimentos de seus diletos filhos.
Como a Virgem Maria, as Mães têm seus sofrimentos e suas dificuldades. Confiemos nossas tribulações à Maria.
Nas suas freqüentes aparições ela repete: “Orai, orai muito pela conversão dos pecadores! Fazei penitência!”
Devemos fazer o que ela nos pede.
São vários seus títulos e muitos tratamentos especiais. Podemos e devemos tratá-la com respeito e dignidade. Entre muitos, Santíssima Virgem Maria, Nossa Senhora, Mãe de Deus ou simplesmente MARIA.
A exemplo de Maria, mulheres, sejamos Mães com docilidade, paciência e serviço, tudo temperado com fartas doses de Amor para exercermos o dom nobre desta linda e especialíssima missão: MÃE!
 
Lourdinha Salles e Passos      JMJ
 

Poema escrito por Ir. Fabiana, para presentear você mamãe!
Pedimos que neste domingo muitas graças sejam derramadas sobre você e sua família.
MÃE, a senhora é o sorriso de Deus
Sua ternura é fruto do puro amor
Em seus braços encontro abrigo seguro
No seu coração não falta espaço para acolher.
Seu olhar é o espelho da esperança
Sua vida é modelo de caridade
Sua oração é confirmada pela fé.
Suas palavras são doces como o mel dos favos
O seu ensinamento me faz crescer
A sua correção me faz aprender a
escolher o caminho certo.
A sua existência alegra meu coração
Deus a recompense pela sua dedicação
Que Maria, nossa MÃE possa presenteá-la
com o tesouro da fidelidade, da paciência e da serenidade.
Sou fruto de seu ventre
O seu sim me tornou realidade
Mostra-me a luz da vida
direcione meus passos.
Com estas palavras quero
demonstrar a minha gratidão
através da simplicidade do
meu coração.
VIVA O DIA DAS MÃES!!!!
JMJ