A vida humana
é um dom recebido que tende a tomar-se um bem doado ao próximo!...
«A vida humana é um dom recebido que tende a tomar-se um bem
doado»,
disse, quarta-feira, em Carapeços, a Irmã Ana Luísa
Prego a 35 sacerdotes que trabalham e/ou residem nas 89 paróquias do
arciprestado de Barcelos, reunidos no seu habitual encontro mensal.
A religiosa da congregação das Irmãs Franciscanas
de Maria a residir na casa de Arcozelo, Barcelos, partindo daquela premissa,
afirmou que «Deus é Aquele que chama, é o autor do chamamento» mas que o faz
«por mediação humana». Recomendou que se deve «dedicar tempo e prioridade»
ao jovem e que «toda a vida cristã (catequese, caridade, pastoral, liturgia)
deve ser vocacional», já que «conhecer e ter relação com Cristo é o primeiro
passo» do chamamento vocacional.
A terminar a sua intervenção, Ana Luísa Prego alertou para
alguns perigos que podem ser cometidos na pastoral vocacional: «não fazer
discernimento (a começar pelo matrimônio), ser diretivo, não respeitar a
liberdade da pessoa, decidir pela negativa, dizer que uma vocação é melhor do
que outra, desprezar certo tipo de vocação só porque conhece algum mau
exemplo».
Depois da religiosa fran- ciscana, interveio a jovem Marta
Vilas Boas, residente em Barcelos, coordenadora do Centro Missionário
Arquidiocesano de Braga (CMAB), tendo feito a sua apresentação. Disse,
nomeadamente, que o mesmo é constituído por 12 pessoas, entre padres
religiosos, diocesanos, religiosas e leigos.
O arcipreste de Barcelos, padre José Gomes da Silva Araújo,
apresentou depois o tema das bodas de prata episcopais do Arcebispo Primaz,
no que foi secundado pelo bispo auxiliar de Braga D. Antônio Moiteiro,
presente em toda a reunião e que, durante a mesma, foi dando as suas opiniões
sobre os diversos assuntos em agenda.
in DM
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