Uma noite calma e bem dormida foi a de 13 para 14, de sábado para domingo.
Acordei com a alegria de irmos celebrar o início do Ano da Fé na Senhora da Agonia.
Dei graças ao Senhor.
Quando espreitai o tempo, fiquei apreensivo, pois ameaçava chuva: céu encoberto e negro sobre Viana, ao longe e ao perto.
Às 9h15 telefona-me um dos participantes que chegou à zona da Cadeia todo molhado e voltou para casa.
Chovia bem.
Dia mau para os meus achaques musculares. Eu vou de carro e espero na Senhora da Agonia.
Perto da hora da Eucaristia o céu começou a "varrer" e ficou azul, brilhante e quente, enquanto as marchas e as procissões chegavam do lado esquerdo do Lima e do direito. Uns vinham da Sé e outros vinham da Praça da Liberdade.
Fanfarras à frente. Viam-se a chegar as cruzes prateadas de todos os lados com multidão de gente atrás.
Começa a Missa e tudo bem. Não havia frio e não só havia um clima quente no exterior. Parecia que o calor pulava do interior do coração das pessoas que, com fé e de guarda-chuva , sairam de casa, este acabando por se transformar em guarda-sol para proteção do calor, como referiu o bispo num aparte.
A Liturgia da palavra toda ela era a fé.
A fé por S. Paulo, a sabedoria da fé na primeira leitura e a fé aplicada à vida concreta do dia-a-dia que o evangelho sugeriu.
Foi uma festa e esperamos que as quase 6000 pessoas que aqui estiveram presentes sejam um fermento para no Arciprestado e que o Ano da Fé seja um êxito na Diocese.
Parabéns pela organização…
E se o dia amanhecesse clarinho e não houvesse chuva?
Naturalmente, havia mais gente que pela fé apareceria? Com certeza que sim.
Mal na foto foi a falta de cumprimento, por alguns, das orientações do Bispo e alguns tiveram de ouvir que houve mentira, mas isto já se previa porque há sempre trigo e sizânea. P. C.
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